Copa do Mundo

Grupo H da Copa do Mundo: O que você precisa saber sobre Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai

Uma das grandes favoritas ao título da Copa do Mundo de 2026, a Espanha corre contra o tempo para recuperar dois de seus jogadores mais importantes para encabeçar o Grupo H, que também conta com a estreante Cabo Verde, a maior zebra de quatro anos atrás, a Arábia Saudita, e um Uruguai que ainda não sabe o que quer com Marcelo Bielsa.

Espanha e Cabo Verde fazem o primeiro jogo do grupo no dia 15, às 13h (horário de Brasília), em Atlanta. Seis horas depois, Arábia Saudita e Uruguai entram em campo em Miami para fechar a rodada inicial.

Conheça mais sobre os times do Grupo H da Copa do Mundo.

Confira também a análise dos outros grupos da Copa do Mundo 2026: Grupo A | Grupo B | Grupo C | Grupo D | Grupo E | Grupo F | Grupo G

ESPANHA

Técnico: Luis de la Fuente
Capitão:
Rodri
Como se classificou:
Líder do Grupo E das Eliminatórias Europeias
Participações em Copa:
17
Melhor participação:
Campeã (2010)
Desempenho na última participação:
Oitavas de final (2022)

O que você precisa saber sobre a Espanha

A Espanha chega para a Copa do Mundo 2026 sustentada por um ciclo que mistura continuidade e renovação. Depois da eliminação precoce no Mundial do Catar, a federação apostou em Luis de la Fuente, treinador campeão nas categorias de base e conhecedor profundo da nova geração espanhola. A mudança trouxe um time menos engessado em relação ao antigo “tiki-taka” e mais vertical, sem abandonar a característica histórica de controle da posse. 

O meio-campo continua sendo o coração da equipe, especialmente pela presença de Rodri. Além da capacidade de organizar o jogo, o volante dá equilíbrio defensivo e dita o ritmo da Espanha. Ao redor dele, surgiram peças mais dinâmicas e agressivas, como Pedri, Lamine Yamal e Nico Williams, que oferecem velocidade, improviso e profundidade — características que faltaram à seleção em Copas recentes.

Em campo, a Espanha tenta pressionar alto e recuperar rapidamente a bola após a perda, mantendo o adversário encurralado. A diferença em relação às gerações anteriores está justamente na objetividade. Hoje, o time aceita acelerar jogadas, explorar transições e atacar espaços pelos lados, aproveitando o talento individual dos pontas. Ainda assim, a circulação curta de passes segue sendo uma marca forte, principalmente contra seleções que defendem em bloco baixo.

A grande dúvida para o Mundial será a capacidade da equipe de transformar domínio em contundência nos jogos mais pesados. O elenco é talentoso e talvez seja o mais equilibrado do país desde a geração campeã de 2010, mas a Copa costuma exigir maturidade emocional e eficiência em momentos decisivos. A conferir como La Fúria se sairá. 

O que esperar da Espanha

A Espanha possui um dos times mais qualificados da Copa do Mundo, e seu técnico é um profundo conhecedor das peças que tem. Por ser favorita ao título – ao lado de poucas outras seleções –, o melhor dos mundos é voltar para casa com o troféu em mãos. O pior dos mundos para os espanhóis seria não ter o melhor Lamine Yamal à disposição, já que o atacante do Barcelona lesionou a coxa no final de abril e levantou dúvidas sobre sua condição física para a Copa. Nico Williams também vive situação semelhante. Se La Fúria tiver dois dos seus principais talentos baleados, pode acabar caindo mais cedo no Mundial. 

Escalação provável da Espanha (4-3-3): Unai Simón, Pedro Porro, Pau Cubarsí, Aymeric Laporte e Marc Cucurella; Rodri, Pedri e Fabián Ruiz; Lamine Yamal, Nico Williams e Mikel Oyarzabal 

Destaque

Lamine Yamal chega à Copa de 2026 como o principal talento da nova geração espanhola e como o jogador mais desequilibrante da equipe de Luis de la Fuente. Mesmo muito jovem, o atacante do Barcelona assumiu protagonismo raro em uma seleção historicamente marcada pelo jogo coletivo.

Partindo da direita, Yamal combina velocidade, improviso e leitura madura das jogadas, características que transformaram a Espanha em um time mais vertical e agressivo nos últimos anos. Sua capacidade de decidir partidas no um contra um trouxe uma dimensão ofensiva que a seleção não tinha desde os melhores momentos da geração campeã do mundo.

Fique de olho

Mikel Merino em ação pela Espanha (Foto: IMAGO / Buzzi)
Mikel Merino em ação pela Espanha (Foto: IMAGO / Buzzi)

Mikel Merino não tem o brilho midiático de nomes como Yamal e Pedri, mas é um jogador que costuma crescer em torneios curtos e pode ganhar protagonismo importante na Copa. Meio-campista de imposição física, o jogador do Arsenal oferece uma combinação valiosa de intensidade sem a bola, jogo aéreo e chegada na área. 

Ao longo do ciclo, Merino virou uma espécie de “coringa” do meio-campo espanhol. Pode atuar mais avançado, pressionar alto, reforçar a marcação ou até funcionar como elemento surpresa ofensivo.

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CABO VERDE

  • Técnico: Pedro Leitão Brito (Bubista)
  • Capitão: Ryan Mendes
  • Como se classificou: Líder do Grupo D das Eliminatórias Africanas
  • Participações em Copa: Estreante
  • Melhor participação:
  • Desempenho na última participação:

O que você precisa saber sobre Cabo Verde

Cabo Verde chega à Copa do Mundo após protagonizar uma das histórias mais marcantes das Eliminatórias Africanas. A classificação foi sacramentada com uma campanha consistente, mas o momento decisivo aconteceu na vitória sobre Camarões, resultado que mudou completamente a disputa pela liderança do Grupo D.

Beneficiada também pelos tropeços do rival, a seleção cabo-verdiana construiu uma vantagem confortável na reta final e garantiu uma vaga histórica para o Mundial. O feito ganha dimensão ainda maior quando se observa a trajetória do país, que jamais havia participado de uma Copa do Mundo e sequer chegou perto da classificação em ciclos anteriores.

Dentro de campo, a equipe costuma atuar em um 4-2-3-1 relativamente simples, mas eficiente. O sistema privilegia a organização coletiva e a velocidade dos jogadores de frente, que frequentemente trocam de posição para dificultar a marcação adversária. Os laterais são fundamentais para dar amplitude às jogadas, enquanto o setor ofensivo busca acelerar as transições sempre que encontra espaço. Trata-se de um time que joga em bloco baixo, e que procura ser objetivo e vertical.

O que esperar de Cabo Verde

Cabo Verde chega à Copa do Mundo como uma das grandes histórias do torneio, mas também como uma das seleções com menor experiência em competições desse porte. A expectativa mais realista é uma disputa pela classificação à fase de 16 avos de final, especialmente porque a equipe terá pela frente adversários de peso como Espanha e Uruguai, seleções que, em teoria, estão em patamar muito superior. Ainda assim, os cabo-verdianos podem enxergar uma oportunidade na briga direta com a Arábia Saudita, que atravessa um momento menos consistente.

Embora a inexperiência em Mundiais seja um obstáculo importante, a organização coletiva e a ausência de pressão podem transformar os Tubarões Azuis em uma equipe incômoda. Avançar ao mata-mata já seria um feito histórico para um país de pouco mais de meio milhão de habitantes e representaria mais um capítulo notável na ascensão do futebol cabo-verdiano.

Escalação provável de Cabo Verde (4-2-3-1): Vozinha; Steven Moreira, Pico Lopes, Logan Costa e João Paulo Fernandes (Sidny Cabral); Kevin Pina e Deroy Duarte (Yannick Semedo); Ryan Mendes, Jamiro Monteiro e Jovane Cabral; Dailon Livramento.

Destaque

Se existe um rosto que simboliza a trajetória recente de Cabo Verde, esse rosto é o de Ryan Mendes. Capitão da seleção, recordista de partidas e maior artilheiro da história do país, o atacante chega à primeira Copa do Mundo dos Tubarões Azuis como a principal referência de uma geração que transformou o futebol cabo-verdiano.

Aos 36 anos, ele também oferece uma bagagem internacional que poucos jogadores cabo-verdianos tiveram ao longo da história. Com passagens por clubes franceses como Le Havre e Lille, além de experiências em campeonatos como o inglês e o turco, Mendes acumulou vivência em alto nível ao longo de mais de uma década na Europa. Ele segue sendo peça importante no setor ofensivo e uma referência para os companheiros.

Fique de olho

Dailon Livramento, de azul, em amistoso de Cabo Verde (Foto: IMAGO / Photosport)
Dailon Livramento, de azul, em amistoso de Cabo Verde (Foto: IMAGO / Photosport)

Em uma seleção que fará sua estreia em Copas do Mundo, poucos jogadores chegam ao torneio com uma ligação tão direta à classificação histórica quanto Dailon Livramento. Nascido e criado em Roterdã, o atacante foi decisivo nos momentos mais importantes da campanha cabo-verdiana, marcando o gol da vitória sobre Camarões e abrindo o placar contra Eswatini na rodada que confirmou a vaga para o Mundial.

Emprestado pelo Hellas Verona ao Casa Pia, Livramento se destaca pela velocidade, mobilidade e capacidade de atacar espaços nas costas da defesa. Diferentemente de um centroavante mais fixo, gosta de se movimentar por toda a frente de ataque e explorar transições rápidas, uma das principais armas de Cabo Verde. Ainda pouco conhecido do grande público, ele tem tudo para ser um dos nomes que ganharão visibilidade durante o torneio, especialmente se os Tubarões Azuis conseguirem surpreender seus adversários.

ARÁBIA SAUDITA

Técnico: Georgios Donis
Capitão:
Salem Al-Dawsari
Como se classificou:
Líder do Grupo B da 4ª fase das Eliminatórias Asiáticas
Participações em Copa:
7
Melhor participação:
Oitavas de final (1994)
Desempenho na última participação:
Fase de grupos (2022)

O que você precisa saber sobre a Arábia Saudita

Após a surpreendente campanha da última Copa do Mundo, mesmo desclassificada na fase de grupos, a Arábia Saudita passou a ser vista de uma outra maneira. E essa atenção não se deve apenas ao fato de ter sido a única equipe que venceu a Argentina naquele Mundial. Em sequência, Cristiano Ronaldo abriu caminho para a chegada de inúmeros craques na Saudi Pro League, o que também acaba por influir na seleção. Diante deste conjunto de fatores, a federação saudita escolheu Roberto Mancini para substituir Hervé Renard.

No primeiro ano de Mancini, a Arábia Saudita teve a Copa da Ásia pela frente. Mesmo com a boa campanha na fase de grupos, os sauditas caíram precocemente na competição ao enfrentar a Coreia do Sul, logo nas oitavas de final. O trabalho do treinador italiano chegou ao fim em 2024, após uma campanha ruim na primeira fase das eliminatórias asiáticas, além das dificuldades de relacionamento e gestão do elenco, expondo jogadores em suas coletivas, inclusive o capitão Al-Dawsari.

Assim, os sauditas voltaram a optar por Hervé Renard, que tinha acabado de comandar a seleção francesa feminina nos Jogos Olímpicos. O retorno do treinador buscava dar maior amparo ao grupo de jogadores e surgiu como uma solução emergencial para a Copa de 2026, já que metade do ciclo já havia sido jogado. No entanto, o desempenho da equipe foi aquém do esperado. Em 29 partidas durante sua segunda passagem, Renard alcançou cerca de 50% de aproveitamento e não fez valer o favoritismo em competições como a Copa Árabe, em que parou nas semifinais.

Assim, os sauditas decidiram demitir Hervé Renard a poucos meses do Mundial dos Estados Unidos, México e Canadá. O substituto é Georgios Donis, conhecido por treinar diversos clubes da Saudi Pro League, mas notabilizado por seu estilo pragmático, o que se contrapõe ao antecessor. A amostragem de Donis à frente da Arábia Saudita é escassa, já que a seleção fez seu primeiro amistoso com o novo treinador no comando no fim de maio, ao perder por 2 a 1 para o Equador.

O que esperar da Arábia Saudita

Cercada de incógnitas diante da falta de continuidade de treinadores em um ciclo, qualquer aposta na Arábia Saudita é arriscada, apesar de ter um elenco que evoluiu individualmente nas últimas temporadas. Com a chegada de diversos craques reconhecidos desde 2023, a competitividade da liga aumentou consideravelmente e serviu para amadurecer muitos atletas sauditas, como Salem Al-Dawsari. Portanto, é possível dizer que a seleção de Georgios Donis dará trabalho, no mínimo, para Uruguai e Espanha no Grupo H, que também conta com Cabo Verde.

Escalação provável da Arábia Saudita (4-2-3-1): Nawaf Al-Aqidi; Saud Abdulhamdi, Al-Amri, Hassan Al-Tambakti e Moteb Al-Harbi (Nawaf Boushal); Abdallah Al-Khaibari e Mohamed Kanno; Khalid Al-Ghannam, Musab Al-Juwayr e Salem Al-Dawsari; Firas Al-Buraikan.

Destaque

Principal jogador da Arábia Saudita há alguns anos, Salem Al-Dawsari se provou no Al-Hilal mesmo com as chegadas de jogadores do mais alto nível ao longo das últimas três temporadas, como Neymar e Karim Benzema. Aos 34 anos, o capitão da seleção é o jogador mais técnico dessa geração, atuando na maioria das vezes por dentro, como um camisa 10. Além disso, possui ótima capacidade de finalização e leitura de jogo acima da média. 

Fique de olho

Firas Al-Buraikan pela Arábia Saudita (Foto: IMAGO / Abdullah Ahmed)
Firas Al-Buraikan pela Arábia Saudita (Foto: IMAGO / Abdullah Ahmed)

Por fim, Firas Al-Buraikan é a grande esperança de gols dos sauditas nessa Copa do Mundo. O atacante do Al-Ahli possui um ótimo perfil físico para um centroavante. Com explosão para atacar profundidade e boa leitura da área para buscar espaços para finalização. Não é à toa que Al-Buraikan é tido como um 12º jogador de Matthias Jaissle e um protagonista na seleção saudita.

URUGUAI

Técnico: Marcelo Bielsa
Capitão: José María Giménez
Como se classificou:
4º colocado nas Eliminatórias Sul-Americanas
Participações em Copa:
15
Melhor participação:
Campeão (1930 e 1950)
Desempenho na última participação:
Fase de grupos (2022)

O que você precisa saber sobre o Uruguai

É até surpreendente que o Uruguai chegue à Copa do Mundo com Marcelo Bielsa como técnico. O argentino, apesar de começar o ciclo em 2023 de forma interessante, com seu futebol agressivo e conquistando vitórias sobre Brasil e Argentina, viu tudo ruir no segundo ano.

Após a eliminação na semifinal da Copa América, Luis Suárez, que na sequência se aposentou do selecionado, revelou problemas de relacionamento do grupo com o técnico, que chegava a nem dizer “bom dia” aos comandados. O vice-capitão Fede Valverde reiterou as reclamações.

A crise impactou a Celeste dentro de campo: depois de julho de 2024, só venceram cinco partidas em 19 disputadas. No período, teve até 5 a 1 sofrido para os Estados Unidos, no fim do ano passado, que parecia sacramentar a queda de Bielsa.

No fim, ele ficou, mas as expectativas são pouco promissoras, ainda mais pela condição física de três titulares absolutos. Giorgian de Arrascaeta, o camisa 10 do Uruguai e do Flamengo, chega ao Mundial com sua condição física em dúvida por lesões recentes, assim como Rodrigo Bentancur, voltando de grave problema ao fim da última temporada, e Darwin Núñez, sem jogar desde fevereiro no Al-Hilal porque perdeu espaço no time saudita.

O que esperar do Uruguai

Apesar da má fase, o Uruguai deve pelo menos chegar ao playoff por ser um time superior tecnicamente aos caboverdianos e sauditas. A favorita Espanha deve ficar com a primeira posição. Com isso, a Celeste pode encontrar logo de cara a Argentina, caso a atual campeã mundial avance em primeiro em um grupo com Argélia, Áustria e Jordânia, o que deve ser o fim da linha para os comandados por Marcelo Bielsa.

Time-base (4-3-3): Fernando Muslera, Guillermo Varela, Ronaldo Araujo, José Maria Gimenez e Mathias Olivera; Rodrigo Bentancur, Fede Valverde e Giorgian De Arrascaeta (Manuel Ugarte); Facundo Pellistri, Maxi Araujo e Darwin Núñez (Rodrigo Aguirre)

Destaque

Fede Valverde provavelmente foi o jogador mais regular do Real Madrid em uma temporada bizarra. Além de quebrar galhos na lateral direita, ter momentos como volante, meia direita e até falso nove, o jogador acumulou momentos artilheiros. Teve hat-trick em Champions League contra o Manchester City e três participações em gols só contra o Atlético de Madrid em dois clássicos.

Decisivo pelo clube e também pelo Uruguai, autor dos gols que empataram jogos contra o Brasil, ainda em 2024, e com a Inglaterra, o que foi o último grande teste antes da Copa do Mundo, em março passado. É um líder no selecionado uruguaio, sendo o segundo capitão após José María Giménez.

Fique de olho

Maxi Araujo, do Uruguai (Foto: IMAGO / ZUMA Press Wire)
Maxi Araujo, do Uruguai (Foto: IMAGO / ZUMA Press Wire)

Se no clube Maxi Araújo é lateral, na seleção uruguaia atua como um ponta pelo mesmo lado. As funções são parecidas: muito ataque em velocidade, quase sempre bem aberto, e, sem bola, uma enorme dedicação defensiva para subir pressão ou recompor em um 4-4-2. Aos 26 anos, é um dos principais jogadores do Sporting há duas temporadas, sendo importante no título português de 2025.

Desde sua estreia pelo Uruguai, no começo deste ciclo, marcou três gols e distribuiu cinco assistências, incluindo uma contra o Brasil.

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Carlos Vinicius AmorimRedator

Nascido e criado em São Paulo, é jornalista pela Universidade Paulista (UNIP). Já passou por Yahoo!, Premier League Brasil e The Clutch, além de assessorias de imprensa. Escreve sobre futebol nacional e internacional na Trivela desde 2023.
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Gabriel MotaRedator de esportes

Nascido e criado em Petrópolis, mas 'naturalizado' carioca, é jornalista pela ESPM-Rio. Já passou por 365Scores, Lance! e Footure. Escreve sobre futebol nacional e internacional na Trivela desde 2026.
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Guilherme CalvanoRedator

Jornalista pela UNESA, nascido e criado no Rio de Janeiro. Cobriu o Flamengo no Coluna do Fla e o Chelsea no Blues of Stamford. Na Trivela, é redator e escreve sobre futebol brasileiro e internacional.
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Matheus RochaSubcoordenador de conteúdo

Matheus Rocha é natural de Uberlândia, onde se formou em Jornalismo na Unitri em 2014. Começou a carreira no jornalismo na Trivela antes de passar por ExtraTime e Yahoo, participando da cobertura de três Copas do Mundo e cinco Olimpíadas.

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