Fluminense retoma vocação de repatriar ídolos com Thiago Silva; relembre outros
Com Thiago Silva, Fluminense volta a repatriar grandes ídolos como fez ao longo de sua história, e a Trivela relembrou os maiores que voltaram para casa
O Fluminense acertou o retorno de Thiago Silva, e retomou sua vocação em repatriar ídolos do clube. A gestão atual prometeu que faria isso e cumpriu. Mas não foi só nos últimos anos que o Tricolor se habitou a retornos de seus grandes jogadores.
Home again, @tsilva3! #TheMonsterIsBack #OMonstroVoltou pic.twitter.com/tGD5b5RwYe
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A Trivela relembra outras grandes contratações que mexeram com os torcedores. O Flu trouxe ídolos de volta para casa em diferentes momentos da história do clube, seja para tentar retomar seus melhores dias ou para reforçar grandes times.
— Mais um monstro de volta para casa. Queria muito, quando comecei a gestão em 2019, uma das plataformas era trazer de volta quem fez história aqui. Primeiro iniciamos com Fred, depois Marcelo, e agora o Thiago. Fazia parte do orgulho do torcedor e tamanho de competitividade ao clube — afirmou Mário Bittencourt.
E foi assim que os Campeões da América receberam a notícia da volta do MONSTRO @tsilva3! #TheMonsterIsBack #OMonstroVoltou pic.twitter.com/2q44dmnKOc
— Fluminense F.C. (@FluminenseFC) May 7, 2024
Thiago Silva volta ao Fluminense após 16 anos
O retorno que era um sonho que enfim virou realidade. O Fluminense acertou a contratação de Thiago Silva, que volta ao clube após 16 anos na Europa.
Thiago assinou contrato de dois anos com o Flu, onde encerrará sua carreira. O zagueiro de 39 anos ainda disputará mais três jogos pelo Chelsea nesta temporada, e no fim do mês, deve ser liberado pelos Blues para se mudar para o Rio de Janeiro.
Sempre estivemos juntos, @tsilva3! #TheMonsterIsBack #OMonstroVoltou pic.twitter.com/0SmZeF8867
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A janela de transferências da Europa só reabre em 10 de julho, e até lá, o defensor tirará alguns dias de férias antes de se juntar ao elenco no CT Carlos Castilho. Thiago Silva será recebido com festa pelos torcedores no aeroporto e o Fluminense pretende fazer uma festa de apresentação no Maracanã.
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Marcelo volta ao Fluminense e conquista a Libertadores
Um retorno que nunca foi prometido se concretizou de maneira fugaz em 2023. O Fluminense surpreendeu o mundo do futebol ao anunciar a contratação de Marcelo, que rescindiu com o Olympiakos, da Grécia, após rápida passagem, e voltou ao Tricolor após 16 anos.
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A volta já seria épica com o golaço na final do Campeonato Carioca de 2023, quando o Flu protagonizou a maior virada da história em uma decisão da competição e goleou o arquirrival Flamengo por 4 a 1. Mas o melhor ainda estava por vir.
A @LibertadoresBR COM O TIME DO CORAÇÃO! EU TE AMO, @MarceloM12! pic.twitter.com/6dUtoDs9WC
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Com o camisa 12 como um de seus grandes nomes, Marcelo conquistou a sonhada Libertadores pelo Fluminense. Campeão de tudo pelo Real Madrid, ele também venceu a maior taça da história do clube do seu coração. Sem dúvidas o lateral-esquerdo se tornou um dos maiores ídolos de todos os tempos do Tricolor.
Fred voltou emocionado e encerrou carreira no Fluminense
Na gestão Mário Bittencourt, um ídolo era prioridade: Fred. Para muitos o maior da história do clube, o camisa 9 ensaiou algumas vezes, prometeu, se declarou… e anos depois, acertou sua volta ao Fluminense. Em grande estilo.
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Fred pedalou de Minas Gerais até o Rio de Janeiro durante a pandemia de coronavírus, em 2020. Quando chegou, foi importante no Campeonato Brasileiro e ajudou o Fluminense a voltar à Libertadores após oito anos.
A segunda passagem de Fred não foi impactante como a primeira, mas o camisa 9 mais uma vez se mostrou importante. Desde que pisou no Flu pela primeira vez, o clube só foi campeão com ele. Após encerrar a carreira em 21 de julho de 2022, o jogador se tornou dirigente e conquistou Campeonato Carioca e Libertadores em 2023, e Recopa Sul-Americana, em 2024
Dia 530
Fluminense 4×0 Corinthians
Gol: Fred⚽️
Campeonato Brasileiro 2022
🏟Maracanã pic.twitter.com/CWt4kJJ1Cr— Todo Dia Um Gol do Fluminense (@GolsDoFlu1902) June 19, 2023
Após 10 anos sem títulos, o Fluminense se sagrou campeão carioca em 2022 com participação do atacante. Ele marcara 20 gols em 2021. Ao todo, foram 27 após o retorno, que viraram 199 em 381 jogos com a camisa tricolor. O último fez o centroavante se debulhar em lágrimas e explodiu o Maracanã em felicidade, contra o Corinthians, em 2022.
Conca e Thiago Neves voltaram e acenderam debate no Flu
Um foi campeão da Copa do Brasil de 2007 e esteve a um passo de se tornar o maior da história do clube na Libertadores de 2008. O outro bateu recordes em 2010, se tornou campeão brasileiro e virou xodó da torcida.
Thiago Neves e Conca jogaram juntos no Fluminense em 2008 e 2009, mas separados, reacenderam debate em seus retornos ao Fluminense: quem é mais ídolo do clube?
Galera quero saber a opinião de vcs sobre esses dois aí!!
Quem é mais ídolo pra vcs Thiago Neves ou Conca?
Se não achar um deles ídolo ou os dois fala também!! Quero argumentos pic.twitter.com/Rj8ByuWi0W
— Braz Tricolor (@BrazOTricolor_) April 21, 2020
Ambos atuaram pelo Flamengo, e verborrágico, Thiago perdeu pontos com os tricolores por declarações que depois se arrependeria. O argentino, por outro lado, negou o Flu para jogar no arquirrival, o que já flertara em fazer no passado. As idolatrias foram manchadas.
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Em títulos, a vantagem é de Thiago Neves, que conquistou Carioca e Brasileirão em 2012 além da Copa do Brasil. Em números, Conca, que fez mais jogos (272), gols (56) e deu mais assistências (71), 98 partidas, cinco bolas na rede e 20 passes a mais que o amigo.
Hoje, ambos se dizem torcedores do Fluminense. E quando voltaram, se tornaram grandes contratações. Thiago Neves foi reapresentado nas Laranjeiras, em 2012, e Conca no telão do Maracanã, no ano seguinte.
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Branco volta ao Fluminense para ser tetra em 1994
Quando o jejum de títulos do Fluminense chegava a nove anos, a diretoria se esforçou para montar um bom time. O ano era 1994, e com a Copa do Mundo nos Estados Unidos na mira, Branco voltou ao Tricolor para retomar o orgulho dos torcedores. Era uma fase de muitas “bolas na trave”.
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Terceiro colocado do Campeonato Brasileiro em 1988 e 1991, o Flu também foi vice-campeão da Copa do Brasil, em 1992, e do Campeonato Carioca em 1991 e 1993. Branco voltou ao Fluminense junto ao amigo e companheiro Jandir. Tricampeões cariocas em 1983, 1984 e 1985, além de campeões brasileiros em 1984, os dois voltaram para tentar trazer taças às Laranjeiras.
Cláudio Ibrahim Vaz Leal, "Branco", Fluminense, 20 de fevereiro de 1994 #Branco #Fluminense pic.twitter.com/dvSoGXPBVe
— Juha Tamminen (@TamminenJuha) May 5, 2020
Branco acabou não conquistando nenhum título pelo Fluminense nesta passagem, mas representaria o Tricolor na Seleção Brasileira. Autor do gol que levou o Brasil na semifinal da Copa do Mundo. No dia 17 de julho, ele entrou em campo como titular da lateral-esquerda e conquistou o sonhado tetra.
Coração pesa, e Edinho volta ao Fluminense em 1988
Se a carreira de comentarista fez os tricolores torcerem um pouco o nariz para Edinho, quem o viu em campo não esquece. O zagueiro formado no clube foi campeão carioca em 1975, 1976 e 1980, quando marcou o gol do título sobre o Vasco. Craque e torcedor do Fluminense, deixou o clube em 1982, valorizado, rumo à Udinese, onde jogou com Zico.
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O maior ídolo do arquirrival Flamengo fez lobby, e o zagueiro trocou a Itália pela Gávea em 1987, onde foi campeão brasileiro. Mas Edinho, admitidamente, jogou contrariado. Sua vontade era voltar para o Fluminense, como faria no ano seguinte, não sem antes desabafar.
— Um fato tem que ficar bem claro: ao voltar da Itália, só fui jogar no Flamengo porque o Fluminense não me quis. Hoje posso confessar que apesar de todo o meu profissionalismo, foi difícil. Muito difícil mesmo. Vou confessar mais: como tricolor, sentia algo estranho ao jogar contra. Agora não. Voltarei ao Maracanã com mais prazer, afinal, minhas raízes estão nas Laranjeiras — afirmou, no dia do seu retorno.
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Relembre outros ídolos que voltaram ao Fluminense
Não foram só esses ídolos que voltaram ao Fluminense. Na história recente, nomes como Magno Alves, Roni, Roger, Carlos Alberto e Washington guardaram identificação com o clube e voltaram ao clube anos depois.
Hoje comentarista, Roger divide opiniões entre os tricolores. Em campo, entretanto, era o único orgulho de uma fase tenebrosa do clube. O meia teve três passagens pelo Fluminense, e conquistou o Carioca de 2002 em sua primeira volta ao clube. Futebol nunca faltou para o ídolo, que anos depois passou a falar publicamente que o Flu era seu clube de coração.
Roger Flores acabando com o Vasco em pleno São Januário. 🔥
O empate por 2×2 classificou o Fluminense para as quartas de final da Copa do Brasil.
Quem lembra desse jogo?
O Maradoninha era MUITO craque…pic.twitter.com/zx9xThY29g
— Renan Reis | O Laranja🍊 (@olaranjaoficial) February 6, 2024
Revelado no clube, Carlos Alberto foi capitão do Fluminense na conquista da Copa do Brasil de 2007. O Tricolor saiu de uma fila de 23 anos sem títulos nacionais.
Criado no Fluminense e campeão da Copa do Brasil em 2007, Carlos Alberto está completando 35 anos hoje! Parabéns, Guerreiro! pic.twitter.com/wIUKQYYcT2
— Fluminense F.C. (@FluminenseFC) December 11, 2019
Roni e Magno Alves tiveram retornos um pouco mais apagados. A dupla não viveu bons momentos ao voltar ao Fluminense em 2009 e 2015, não conquistaram novos títulos mas seguem identificados e com carinho da torcida.
Fernando Diniz, Roni e Magno Alves, o trio de ataque do Fluminense no começo dos anos 2000.
Nostálgico! pic.twitter.com/CEGm0iofEr
— Futebol Nostálgico! (@futnostalgico) January 22, 2024
Camisa 9 do time vice-campeão da Libertadores em 2008, Washington voltaria para ser campeão brasileiro em 2010. O Coração Valente é muito identificado com o Fluminense e está sempre presente no clube. Foram 83 jogos e 45 gols pelo Tricolor.
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