Leste Europeu

Berbatov encarnou Don Corleone em reedição de Poderoso Chefão para promover amistoso

Dimitar Berbatov gosta muito do filme Poderoso Chefão. Muito mesmo. Ele aprimorou o seu inglês na Bulgária assistindo à obra-prima de Francis Ford Coppola até a fita quebrar. Na época de Manchester United, entrou em uma batalha de imitações com um comediante. E agora, encarnou Don Corleone outra vez para promover o amistoso beneficente entre seus camaradas e um time montado por Luis Figo, em 14 de junho, em Sofia.

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Tudo é maravilhoso neste vídeo. Até o roteiro, tão ruim que quase fica bom – para falar a verdade, é só ruim mesmo. Berbatov reedita a cena de abertura do primeiro filme, quando, no meio da casamento da filha do Poderoso Chefão, um homem pede um favor a Don Corleone, que, sentado em sua mesa, acaricia um gato enquanto ouve o pedinte e responde do alto da atuação poderosa de Marlon Brando.

No filme, a filha de Berbatov, Dea, recorre a “Don Dimitore” – sério, gente, Don Dimitore… – em busca de ingressos para o amistoso. Berbatov fica ressentido que ela tenha conversado com a mãe antes de falar com ele e reclama que Dea não o convida mais para assistir a filmes em seu quarto ou brincar com suas bonecas.

Berbatov literalmente não para de falar até que Dea diga “ok, ok, você pode ver filmes no meu quarto”. O atacante de 36 anos, em busca de um bico em Hollywood quando parar de jogar definitivamente, responde no seu melhor sotaque italiano, com uma voz até que parecida à de Brando como Don Corleone: “Bom, bom…”.

O detalhe que transforma este vídeo em uma obra de arte: Berbatov trocou o gato de Don Corleone pela chuteira de ouro que ganhou por ser artilheiro da Premier League em 2010/11. O Oscar de Melhor Diretor já tem dono.

E a cena original:

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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