Eurocopa

Um maluco tatuou a falta de Chiellini em Saka – e ainda colocou a taça da Euro

Um dos lances marcantes da final, a falta tática de Chiellini virou uma tatuagem bastante divertida

A final da Euro 2020 teve a Itália campeã e um dos momentos que acabou ficando marcado da decisão foi uma falta de Giorgio Chiellini em Byukayo Saka, perto do meio-campo. O italiano claramente quis matar a jogada, impedindo a progressão do atacante inglês. Tomou o cartão amarelo. Um maluco tatuou essa imagem no braço e ainda colocou a taça da Eurocopa, como se o zagueiro estivesse impedindo o atacante de chegar até a taça.

Esse lance deu muita discussão entre os ingleses, porque foi uma falta tática, algo que muita gente no mundo (inclusive aqui no Brasil) fica de biquinho quando sofre. Pep Guardiola é um dos grandes mestres nisso: seus times fazem faltas táticas em locais estratégicos do campo, para impedir que o adversário avance em vantagem.

Os ingleses reclamam muito de lances como esse, ou mesmo como aquela mão de Luis Suárez contra Gana, em 2010. Isso, na visão de alguns ingleses um pouco mais puristas, seria “trapaça”. Porém, está previsto na regra: colocar a mão ali e impedir o gol leva à penalidade máxima: cobrança dos 11 metros e ainda expulsão. Foi o que aconteceu com Suárez. E 9 entre 10 vezes, o pênalti seria convertido. Acontece que não foi e a história foi o que foi.

Os ingleses discutem muito o “diving” de sul-americanos, mas quando é do Sterling, na semifinal da Euro, não há o mesmo peso. Se um brasileiro tivesse sofrido o mesmo pênalti que Sterling em uma semifinal de Copa contra a Inglaterra, é provável que as capas de jornais fossem todas sobre isso. É, amigo, a pimenta nos olhos dos outros é refresco.

A tatuagem tem um tom de ironia divertido e o trabalho artístico ficou belíssimo. Dá para identificar bem os dois jogadores e o toque da taça um pouco à frente é simplesmente espetacular. É um maluco, mas é um tanto genial ao mesmo tempo, não é? Confira:

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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