Brasileirão Série A

Como é o aproveitamento do Vasco sem Payet, desfalque contra o Palmeiras?

Nesta quinta, contra o Palmeiras, pelo Brasileiro, o Vasco terá o seu oitavo jogo em 2024 sem o meia Payet, que sofreu uma lesão na coxa direita

Após a goleada histórica sofrida para o rival Flamengo, o Vasco tem o difícil confronto contra o Palmeiras, nesta quinta-feira (13), às 21h30 (horário de Brasília), no Allianz Parque, para tentar se recuperar no Campeonato Brasileiro.

E, para aumentar ainda mais dificuldade para o Cruz-Maltino, o técnico Álvaro Pacheco não vai poder contar com o meio-campista Dimitri Payet, que desfalca a equipe por uma lesão na coxa direita.

Mas o que representa, em números, a ausência do camisa 10 francês para o Vasco?

Payet esteve em campo em 15 dos 22 jogos que o Vasco fez com o time principal em 2024 – nos dois primeiros jogos oficiais do ano, o então técnico Ramón Díaz optou por usar um time cheio de garotos e jogadores que, na época, não tinham muito espaço no Cruz-Maltino.

Em melhor forma física do que no segundo semestre de 2023, quando chegou no Vasco, o francês teve um bom começo de temporadamarcou dois gols e deu oito assistências até aqui.

No entanto, ao comparar o aproveitamento do Vasco com e sem Payet nesta temporada, uma surpresa: praticamente não há diferença com ou sem o camisa 10. O aproveitamento do Vasco nos setes jogos em Payet, inclusive, é ligeiramente superior.

Nos 15 jogos com Payet em campo, o Vasco tem um aproveitamento de 46,6%. Foram cinco vitórias, seis empates e quatro derrotas. Já nas sete partidas sem o camisa 10, o aproveitamento é de 47,6%. Sem o francês, o Cruz-Maltino teve três vitórias, um empate e três derrotas.

Assim, o aproveitamento geral do Vasco nos 22 jogos realizados com o elenco principal à disposição segue a mesma média com ou sem Payet.

O Cruz-Maltino teve oito vitórias, sete empates e sete derrotas até aqui neste começo de Brasileiro, o que representa um aproveitamento de 46,9% do Cruz-Maltino.

Isso, é claro, não significa que, para o Vasco, é melhor atuar sem Payet. O francês é, ao lado de Vegetti e Léo Jardim, um dos melhores e mais importantes jogadores do clube nesta temporada.

O camisa 10 foi decisivo, por exemplo, na classificação contra o Fortaleza, na Copa do Brasil, e no triunfo sobre o Vitória, pelo Brasileiro. No entanto, demonstra que, mesmo com Payet em campo, o clube ainda tem um desempenho e um aproveitamento abaixo do esperado.

Como o Vasco foi sem Payet em campo?

Contra o Palmeiras, nesta quinta-feira, o Vasco vai para o seu oitavo jogo neste ano sem Payet em campo. Confira quais foram os outros sete jogos sem o francês e o motivo para o camisa 10 não ter atuado.

  • Vasco 1 x 0 Audax (Campeonato Carioca – poupado);
  • Marcílio Dias 1 x 3 Vasco (Copa do Brasil – gripe);
  • Vasco 2 x 1 Grêmio (Campeonato Brasileiro – lesão no joelho direito);
  • Red Bull 2 x 1 Vasco (Campeonato Brasileiro – lesão no joelho direito);
  • Fluminense 2 x 1 Vasco (Campeonato Brasileiro – lesão no joelho direito);
  • Fortaleza 0 x 0 Vasco (Copa do Brasil – lesão no joelho direito);
  • Athletico-PR 1 x 0 Vasco (Campeonato Brasileiro – lesão no joelho direito);

Provável escalação do Vasco contra o Palmeiras

Sem Payet, lesionado, o técnico Álvaro Pacheco será obrigado a mexer em mais um setor do time do Vasco. O treinador já não contaria com o zagueiro João Victor, expulso contra o Flamengo,

Além disso, com Adson e David relacionados, o Vasco também pode ter novidades no ataque.

A grande dúvida é em relação ao substituto de Payet. Praxedes, uma das opções, também está lesionado. Sem outro meia criativo no elenco, a tendência é de que Álvaro Pacheco escale o time do Vasco com mais volantes no meio.

Assim, a provável escalação do Vasco tem: Léo Jardim; Puma Rodríguez, Maicon, Léo e Lucas Piton; Sforza, Hugo Moura e Galdames; Adson (Rayan), David e Vegetti. 

 

Foto de Gabriel Rodrigues

Gabriel Rodrigues

Jornalista formado pela UFF e com passagens, como repórter e editor, pelo LANCE!, Esporte News Mundo e Jogada10. Já trabalhou na cobertura de duas finais de Libertadores in loco. Na Trivela, é setorista do Vasco e do Botafogo.
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