México

Mexicanão: goleiro machuca o dedo, troca de lugar com zagueiro e termina jogo no ataque

Foi um dia diferente na vida do goleiro argentino Agustín Marchesín, do Santos Laguna. Tudo corria bem para ele, que mantinha o zero no placar contra o Puebla, pelo Campeonato Mexicano, com ótimas defesas. Até o relógio marcar 41 minutos do segundo tempo. Em uma saída do gol, Marchesín sofreu uma lesão no dedo e teria que ser substituído, mas o seu técnico não poderia mais efetuar trocas. Em vez de deixar o time com um jogador a menos, ele vestiu uma camisa de linha (sem número), trocou de lugar com o zagueiro Kristian Álvarez e terminou a partida de centroavante.

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Continuar jogando com o dedo machucado foi uma demonstração de garra de Marchesín, que esteve ligado a uma transferência para o Boca Juniors esta semana e teve o desejo de mostrar à torcida o quanto está comprometido. Sua atuação no ataque, digamos assim, faz com que ele pareça um goleiro ainda melhor, porque, nos poucos lances em que participou, não mostrou muito jogo de cintura. Houve esse carrinho na lateral e uma tabela na entrada da área.

Ele estava cheio de vontade mesmo porque, depois de soltar a bola na ponta esquerda, correu para dentro da área, pediu o passe e, diante de um chute horrível, reclamou, como se dissesse: “toca em mim que é gol!”.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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