Leste Europeu

Claudinho marca seu primeiro gol pelo Zenit, que abre vantagem na liderança do Campeonato Russo

Em sua quinta partida pelo Zenit, Claudinho fez gol e deu assistência na vitória sobre o Rubin Kazan

Claudinho chegou ao Zenit logo depois das Olimpíadas e, mesmo com o Campeonato Russo em andamento, logo tomou a posição de titular. Já nesta segunda, o meia faria sua primeira grande apresentação pelos celestes. Depois de quatro partidas em branco pela equipe, o brasileiro comandou a vitória por 3 a 1 sobre o Rubin Kazan, fora de casa. O camisa 11 não apenas marcou seu primeiro gol pelo time, como também deu uma assistência para abrir o placar no Estádio Central de Kazan.

O técnico Sergei Semak escalou o Zenit com os quatro brasileiros do elenco entre os titulares. Wendel atuou como um dos volantes e Douglas Santos veio na ala esquerda do 3-4-3. Mais à frente, Malcom e Claudinho davam apoio ao centroavante Artem Dzyuba. E o novo contratado logo começou a desequilibrar, com o passe para o gol que inaugurou a contagem contra o Rubin Kazan. Numa enfiada de bola, o camisa 11 habilitou Dzyuba aos 24 minutos.

O gol de Claudinho foi o segundo do Zenit, cinco minutos depois, numa jogada bem brasileira iniciada por Wendel. Douglas Santos cruzou, Dzyuba aparou de cabeça e Malcom ajeitou para trás, onde o novo contratado encheu o pé e não deu chances ao goleiro Yuri Dyupin. Antes do intervalo, Dzyuba ainda assinalou o terceiro dos celestes. O Rubin Kazan descontou no segundo tempo, com um gol contra de Dmitriy Chistyakov, mas a expulsão de Hwang In-beom esfriou qualquer reação dos grenás.

O Zenit lidera o Campeonato Russo, com 20 pontos. A equipe de São Petersburgo permanece invicta neste início de temporada, com seis vitórias em oito rodadas. Além disso, deu para abrir vantagem neste final de semana. Com o empate do Lokomotiv Moscou com o Ural, os celestes sustentam uma diferença de quatro pontos no topo da tabela. A equipe ainda conta com o melhor ataque da competição, somando 19 tentos.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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