Brasileiro sofre ofensas racistas no Spartak Moscou
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O comitê executivo da federação russa abriu nesta segunda-feira uma investigação para analisar um caso de racismo protagonizado por alguns torcedores do Spartak Moscou. Os fãs discriminaram um jogador de sua própria equipe.
O incidente ocorreu em Samara, onde o Spartak enfrentou o Krylya Sovetov neste sábado. Os torcedores estenderam uma bandeira com ofensas racistas ao atacante Welliton, ex-Goiás, contratado há pouco tempo pelo clube.
De acordo com a entidade, caso sejam comprovadas as ofensas, o Spartak pode receber uma multa em torno de € 14,3 mil. Há ainda a possibilidade de o clube atuar por uma partida em seu estádio com portões fechados.
O atacante entrou em campo durante o segundo tempo da partida. Um cartaz foi pendurado com a frase 'A camisa 11 é só do Tíkhonov. 'Monkey go home' (Macaco, vá para casa)'. Welliton, que fez seu segundo jogo pelo Spartak, usa a camisa onze. Tikhonov, de 36 anos, usou a braçadeira de capitão do clube moscovita durante vários anos. Hoje ele defende o Khimki.