Federer deu um jeito de ver a final de Roland Garros e o seu Basel ao mesmo tempo
Não é mesmo comum que tenistas mantenham-se no ambiente do torneio depois de eliminados. A queda precoce é uma boa oportunidade para voltar para casa e passar um tempo com a família. Federer mora na Suíça, quase ao lado da França, e quem estaria enfrentando Novak Djokovic na final de Roland Garros era o amigo, parceiro de medalha de ouro olímpica e companheiro de Copa Davis, Stanislas Wawrinka. Ainda assim, o recordista de Grand Slams deu prioridade a outros planos neste domingo: ver o seu Basel na final da Copa da Suíça.
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Wawrinka na final de Roland Garros pela primeira vez na carreira é mais raro do que o Basel na decisão da competição, afinal, o clube a venceu 11 vezes e foi vice outras oito. Mas Federer nem sempre tem disponibilidade e tempo para ver o jogo no estádio. A solução foi a tecnologia: sentado nas tribunas, apoiou um smartphone no muro com a transmissão da decisão do tênis. Um olho no peixe e outro no gato.
Em entrevista a uma televisão francesa, o tenista local Michael Llodra disse que enviou um texto a Federer perguntando porque ele não estava na partida do seu amigo. A resposta: “Eu sei que ele vai vencer. Fui ver o Basel”.
E Federer estava certo. Do esporte da sua vida, saiu feliz porque viu Wawrinka vencer Djokovic por 3 a 1 e conquistar seu segundo título de Grand Slam. Do esporte do seu coração, mais uma vez o suíço enfrentou uma decepção. O Basel perdeu do Sion por 3 a 0 e agora emenda três vices consecutivos da Copa da Suíça.



