Eurocopa

É na comemoração do feito que melhor podemos ver o coração da seleção galesa

Para explicar o feito da seleção galesa, semifinalista da Eurocopa de 2016, precisamos falar de Gareth Bale, de Aaron Ramsey, de Robson-Kanu, Chris Coleman e de outros aspectos táticos e técnicos. Mas não podemos esquecer o que representar uma nação que passou 58 anos longe de grandes competições significa para esses jogadores. Mais que qualquer outra coisa, é o coração que leva o País de Gales em frente no torneio francês.

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Isso pode ser visto durante os jogos, nas comemorações de gols, sempre muito intensas, unindo jogadores, comissão técnica e torcida como se todos fossem um só. Mas, especialmente, nas comemorações depois da vitória, quando a maioria das câmeras de televisão já está desligada.

Foi assim, nesta sexta-feira, ainda no gramado do estádio Pierre-Mauroy. Os jogadores uniram-se para o tradicional peixinho que, entre outros momentos, serviu para comemorar a classificação inédita para a Eurocopa.

Juntaram-se em forma de coração, a marca registrada que Bale usa para celebrar seus gols, e saudaram a torcida que os apoia incondicionalmente desde o começo da fase de grupos.

Pode haver poucos jogadores de alto nível na seleção galesa, mas coragem, atitude e coração estão sobrando.

A comemoração na cidade galesa de Wrexham:

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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