Champions League

Alisson: “No momento, Salah é tão temido quanto Messi”

Salah marcou 43 vezes em 48 partidas nesta temporada, duas vezes no jogo de ida das semifinais da Champions League, contra a Roma. O primeiro gol foi um chutaço no ângulo do goleiro brasileiro Alisson, que conseguiu apenas observar a bola morrer nas suas redes. Antes da partida de volta, na capital italiana, na próxima quarta-feira, o titular da Seleção esbanjou respeito pelo atacante egípcio e fez aquela comparação. 

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“Messi é o melhor jogador que já enfrentei, mas, no momento, Mo é temido como o argentino. Com a temporada que está fazendo, pode entrar na disputa pela Bola de Ouro ou pelo menos chegar entre os três primeiros”, disse, em entrevista à Gazzetta dello Sport. “Ele tem dons naturais e agora uma confiança incrível em si mesmo, mas podemos pará-lo jogando coletivamente”. 

O técnico da Roma, Eusebio di Francesco, reconhece a ameaça que Mohamed Salah representa atualmente, mas também conhece os riscos de se concentrar em apenas um jogador de um ataque que ainda tem Sadio Mané e Roberto Firmino. 

“Não podemos mover uma grande parte do time em volta de apenas um jogador, mesmo que ele tenha sido decisivo na primeira partida, ou tentar colocar toda a concentração da equipe em Salah. Não é que eu posso colocar três jogadores em Salah. Isso não está em questão. Precisamos espalhar nossas energias ao redor do gramado. Tudo que posso dizer é que é um jogador incrivelmente habilidoso quando se move verticalmente e precisamos ser um pouco melhores na leitura de certas situações”, afirmou.

No estádio Olímpico, a Roma busca outra grande reviravolta, depois de eliminar o Barcelona. Como nas quartas de final, precisa vencer por três gols de diferença – levando no máximo um gol – para avançar à grande decisão de Kiev. 

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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