Copa do Mundo

Grupo K da Copa do Mundo: O que você precisa saber sobre Portugal, RD Congo, Uzbequistão e Colômbia

Vivendo um de seus melhores momentos, portugueses terão grande desafio contra os colombianos no grupo

A última dança de Cristiano Ronaldo em uma Copa do Mundo verá Portugal ter um adversário que pode brigar pelo topo do grupo (Colômbia), uma seleção que retorna após 52 anos de ausência (República Democrática do Congo) e uma estreante (Uzbequistão).

Portugal e RD Congo abrem o grupo no dia 17 de junho, às 14h (horário de Brasília), na Cidade do México. No mesmo dia, às 23h (horário de Brasília), Uzbequistão e Colômbia fecham a primeira rodada da Copa em partida realizada em Houston.

Conheça mais sobre as seleções do Grupo K da Copa do Mundo.

PORTUGAL

Técnico: Roberto Martinez
Capitão: Cristiano Ronaldo
Como se classificou: via Eliminatórias
Participações em Copa: 9 (1966, 1986, 2002, 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026)
Melhor participação: 3º lugar em 1966
Desempenho na última participação: Eliminada por Marrocos nas quartas de final

O que você precisa saber

Após a decepção na Copa do Catar, principalmente pela eliminação para uma zebra, como foi a seleção marroquina, Portugal encerrou um ciclo que já não rendia o esperado. Fernando Santos foi demitido após oito anos no comando da equipe nacional e as conquistas da Eurocopa e da Nations League. Para o seu lugar, a federação escolheu um nome completamente oposto em questão de ideias: Roberto Martínez.

Desde então, as grandes dúvidas estavam acerca do que a seleção portuguesa poderia alcançar em questão de nível e o futuro de Cristiano Ronaldo. Após terminar o Mundial de 2022 como suplente, CR7, aos 38 anos, já havia se mudado para a Arábia Saudita quando ouviu de Martínez que seria importante no ciclo para esta Copa do Mundo. Foi então que Cristiano reconquistou a titularidade e nunca mais soltou.

Durante o ciclo, houve momentos de descobertas e testes, principalmente em relação a forma e ideia de jogo. Em primeira vista, Roberto Martínez tentou um esquema com três zagueiros e uma posse constante e inegociável. No entanto, com o passar dos testes e, acima de tudo, a Eurocopa, tudo mudou. Assim, Portugal passou a se apresentar de uma maneira mais híbrida e, de certa forma, adaptável em relação ao adversário.

Foi a partir disso que conquistou sua segunda Nations League, em 2025, ao vencer a Alemanha nas semifinais e bater a Espanha, nos pênaltis, na decisão. Portanto, Portugal chega à Copa do Mundo com um desenvolvimento individual enorme de Vitinha e João Neves, além da nova afirmação de Cristiano Ronaldo como artilheiro da seleção. Inclusive, na era Martínez, Cristiano foi quem mais balançou as redes: 25 gols em 30 jogos. A expectativa é por brigar pelo título inédito.

O que esperar de Portugal

A partir de um ciclo contundente, com aprendizados, rota recalculada e um título, é possível dizer que a seleção de Roberto Martínez chega à Copa mais testada à diversos cenários. Assim, recheada de talentos e liderada por alguém com a fome e história de Cristiano Ronaldo, Portugal chega pela primeira vez a um Mundial com um grau relevante de favoritismo.

A espinha dorsal da equipe é muito bem definida a partir de pilares: Diogo Costa, Rúben Dias, Vitinha, Bruno Fernandes e CR7. Este quinteto é extremamente decisivo para o que a seleção de Roberto Martinez propõe, já que são elos entre setores e funções. Diogo, além de dar segurança junto das três traves, é muito eficiente no jogo com o pé, abreviando muitas situações de posse. Rúben é o primeiro de linha a iniciar construções e se notabiliza pela seriedade no momento defensivo Vitinha, por sua vez, é o motor de qualquer equipe que integrar. Assim como no PSG, o meio-campista possui o complemento perfeito: João Neves.

Ofensivamente, Bruno Fernandes e Cristiano Ronaldo são sinônimos de decisão. No ciclo para a Copa do Mundo, os dois foram os mais incisivos próximo da área e, consequentemente, os dois principais artilheiros da Era Martinez em Portugal. Uma seleção fortíssima, protagonista, mas adaptável. A proposta é sempre sobre vencer.

Provável escalação (4-1-4-1): Diogo Costa; João Cancelo, Rúben Dias, Gonçalo Inácio e Nuno Mendes; Vitinha; Bernardo Silva, João Neves, Bruno Fernandes e Pedro Neto (Rafael Leão); Cristiano Ronaldo.

Destaque

Melhor jogador de um PSG bicampeão europeu, Vitinha chega ao Mundial no melhor momento de sua carreira. O meio-campista é o típico motor de uma equipe, quem dita o ritmo e é um pilar nas diversas fases do jogo. Com Roberto Martínez, ganhou seu espaço após a Copa de 2022 e nunca mais saiu do time considerado titular. Sua influência em um contexto geral é tanta que acaba por ofuscar, de certa forma, alguém como Bruno Fernandes e até o próprio Cristiano Ronaldo.

Fique de olho

Soccer 2026: Portugal Vs Chile
Francisco Conceição em amistoso de Portugal. Foto: IMAGO / ZUMA Press Wire

Um dos mais jovens entre os convocados por Martínez, Francisco Conceição, filho do treinador e ex-atacante de Portugal, Sérgio Conceição, pode ser uma novidade interessante. “Chico” é bastante utilizado na seleção a partir do banco de reservas e já deu diversas demonstrações de grande potencial para, em algum momento, assumir a titularidade.

Na conquista da Nations League, há cerca de um ano, o extremo entrou na semifinal e foi decisivo contra a Alemanha ao marcar o gol de empate no duelo. Na decisão, contra a Espanha, foi utilizado como titular.

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RD CONGO

  • Técnico: Sébastien Desabre
  • Capitão: Chancel Mbemba
  • Como se classificou: Repescagem Africana (eliminou Camarões e Nigéria) e Mundial (bateu a Jamaica)
  • Participações em Copa: 2
  • Melhor participação: Fase de grupos (1974)
  • Desempenho na última participação: Fase de grupos (1974)

O que você precisa saber sobre a República Democrática do Congo

O ciclo da RD Congo ganhou força com a classificação para a Copa Africana de Nações, torneio em que os Leopardos surpreenderam ao chegar às semifinais após eliminarem Egito e Guiné, encerrando a campanha na quarta colocação. O desempenho consolidou a evolução de uma equipe que voltava a se destacar no cenário africano.

Nas Eliminatórias para a Copa do Mundo, a seleção da África Central manteve a competitividade e garantiu vaga na repescagem. Depois de superar Camarões e Nigéria no mata-mata africano, os congoleses derrotaram a Jamaica na prorrogação do playoff intercontinental e confirmaram o retorno ao Mundial após 52 anos de ausência.

Grande parte dessa evolução está ligada ao trabalho de Sébastien Desabre. Contratado em 2022 após a ausência da RD Congo na Copa do Mundo do Catar, o treinador francês rapidamente conquistou a confiança da torcida ao conduzir os Leopardos até as semifinais da Copa Africana de Nações 2023 e implementar uma identidade coletiva competitiva. Seu trabalho foi fundamental para recolocar a seleção entre as principais forças emergentes do continente e conduzi-la de volta ao Mundial.

O que esperar da República Democrática do Congo

A RD Congo chega à Copa do Mundo com chances reais de brigar por uma vaga no mata-mata, especialmente em um grupo que, apesar de contar com Portugal como favorito, parece equilibrado na disputa pelas posições seguintes. Os Leopardos devem travar uma disputa direta com Colômbia e Uzbequistão por pontos fundamentais, e uma classificação à fase de 16 avos, seja de forma direta ou entre os melhores terceiros colocados, não pode ser descartada.

Para isso, a equipe precisará repetir a organização e a competitividade que marcaram seu ciclo recente. Em sua primeira participação no Mundial desde 1974 — quando se chamava Zaire — alcançar a fase eliminatória já representaria um feito histórico e consolidaria o retorno da seleção congolesa ao cenário internacional.

Escalação provável da RD Congo (4-1-4-1): Lionel Mpasi; Aaron Wan-Bissaka, Chancel Mbemba, Axel Tuanzebe e Arthur Masuaku; Samuel Moutoussamy; Meschack Elia (Nathanael Mbuku), Ngal’ayel Mukau, Noah Sadiki e Yoane Wissa; Cédric Bakambu

Destaque

Yoane Wissa chega à Copa do Mundo como o principal nome da seleção congolesa e o jogador mais acostumado a atuar no mais alto nível do futebol europeu. Após se destacar com o Brentford na Premier League e chamar atenção pelo desempenho goleador, o atacante — hoje no Newcastle — consolidou seu status como referência técnica dos Leopardos. Sua experiência em competições de elite será um trunfo importante para uma seleção que retorna ao Mundial depois de mais de cinco décadas de ausência.

Veloz, explosivo e extremamente versátil, Wissa pode atuar como centroavante, ponta ou segundo atacante, oferecendo diferentes soluções ao técnico Sébastien Desabre. Sua principal característica é a capacidade de atacar espaços nas costas da defesa, mas ele também contribui com intensidade na pressão sem bola, inteligência tática e poder de finalização

Fique de olho

DR Congo vs Denmark – Internation Friendly – UEFA International Friendly
Bakambu em jogo da RD Congo em preparação para a Copa do Mundo. Foto: IMAGO / DeFodi Images

Embora Wissa seja hoje o principal nome da seleção congolesa, Cédric Bakambu segue sendo um jogador capaz de decidir partidas importantes. Aos 35 anos, o atacante do Real Betis chega ao Mundial trazendo uma bagagem que poucos companheiros possuem. Presente em diferentes gerações da seleção, ele viveu momentos de frustração e participou da trajetória que levou a RD Congo de volta à Copa do Mundo.

Dentro de campo, Bakambu continua sendo uma ameaça constante para as defesas adversárias. Inteligente na ocupação dos espaços e oportunista dentro da área, costuma aparecer no lugar certo para finalizar jogadas construídas pelos velocistas do time. Em uma seleção que aposta muito nas transições e nos contra-ataques, sua experiência e capacidade de leitura do jogo podem ser armas valiosas. É o homem-gol do time.

UZBEQUISTÃO

  • Técnico: Fabio Cannavaro
  • Capitão: Eldor Shomurodov
  • Como se classificou: Vice-líder do Grupo A da terceira fase das Eliminatórias Asiáticas
  • Participações em Copa: Estreante
  • Melhor participação: Estreante
  • Desempenho na última participação: Estreante

O que você precisa saber sobre o Uzbequistão

O Uzbequistão chega à Copa do Mundo vivendo o melhor momento de sua história. A inédita classificação encerrou décadas de frustração para uma seleção que bateu na trave em diferentes ciclos, especialmente nas Eliminatórias para os Mundiais de 2006, 2014 e 2018. Desta vez, porém, os Lobos Brancos garantiram a vaga com antecedência e demonstraram que o sucesso não foi fruto do acaso, mas resultado de um projeto de longo prazo iniciado pelo país para transformar o futebol em uma das prioridades esportivas nacionais.

Grande parte dessa evolução está ligada aos investimentos realizados a partir de 2019, quando o governo lançou um plano nacional de desenvolvimento do futebol. O projeto buscou atacar problemas estruturais que iam desde a formação de atletas até a qualificação de treinadores, gestores e profissionais da área esportiva. A criação de centros de desenvolvimento, o fortalecimento das categorias de base e a modernização da infraestrutura ajudaram a criar uma geração mais talentosa e preparada para competir em alto nível.

Os resultados começaram a aparecer rapidamente. Em 2023, o Uzbequistão conquistou a Copa da Ásia Sub-23 e revelou ao continente jogadores que hoje formam a espinha dorsal da seleção principal, como Abdukodir Khusanov e Abbosbek Fayzullaev. Desde então, a equipe acumulou campanhas consistentes, boas atuações contra adversários fortes da Ásia e uma sequência de resultados que consolidou sua ascensão.

Mesmo após a saída do técnico Srecko Katanec por questões de saúde, os uzbeques mantiveram o nível competitivo sob o comando do interino Timur Kapadze, garantindo a vaga para o Mundial e conquistando a Copa da Ásia Central. A chegada de Fabio Cannavaro depois da classificação reforçou ainda mais a ambição de uma seleção que deixou de ser apenas uma promessa asiática para se tornar uma adversária capaz de competir por vagas no mata-mata da Copa do Mundo.

O que esperar do Uzbequistão

O Uzbequistão chega à sua primeira Copa do Mundo com chances reais de brigar por uma vaga no mata-mata. Embora Portugal e Colômbia apareçam como favoritos no Grupo K, a seleção uzbeque reúne organização, talento e confiança suficientes para disputar a classificação, especialmente por meio de uma das vagas destinadas aos melhores terceiros colocados.

Nesse cenário, o confronto contra a RD Congo na última rodada pode ser determinante para o destino da equipe no torneio. Avançar à fase de 16 avos de final já representaria um feito histórico para os Lobos Brancos e coroaria o projeto de desenvolvimento que transformou o futebol do país nos últimos anos.

Provável escalação do Uzbequistão (3-4-3): Utkir Yusupov; Rustam Ashurmatov, Abdukodir Khusanov e Jakhongir Urozov; Odilijon Khamrobekov, Otabek Shukurov, Khojiakbar Alijonov e Sherzod Nasrullayev; Abbosbek Fayzullaev, Oston Urunov e Eldor Shomurodov

Destaque

Se o Uzbequistão vive o melhor momento de sua história, muito disso passa por Eldor Shomurodov. Maior artilheiro da seleção, o centroavante do Istanbul Basaksehir (emprestado pela Roma) chega ao Mundial como a principal referência de uma geração que finalmente conseguiu levar o país à Copa. Aos 31 anos, ele acumula passagens por ligas importantes da Europa, como a italiana e a turca, e carrega a responsabilidade de liderar um elenco que mistura experiência e juventude.

Apesar dos 1,90 m de altura, Shomurodov está longe de ser apenas um atacante de área. Dono de boa velocidade para o porte físico, ele se destaca pela mobilidade, pelos ataques à profundidade e pela capacidade de ocupar diferentes zonas do campo ofensivo. Também é forte no jogo aéreo e costuma ser uma opção constante para bolas longas e cruzamentos.

Fique de olho

A nova geração do Uzbequistão tem vários nomes interessantes, mas poucos carregam tanta responsabilidade criativa quanto Abbosbek Fayzullaev. Aos 22 anos, o meia-atacante já acumula experiência internacional e chega à Copa como uma das principais opções para abastecer o ataque liderado por Eldor Shomurodov. Formado pelo Pakhtakor, passou pelo CSKA Moscou antes de se transferir para o İstanbul Basaksehir, da Turquia.

Capaz de atuar tanto pelos lados quanto por dentro, Fayzullayev se destaca pela qualidade técnica, visão de jogo e capacidade de criar oportunidades para os companheiros. Destaque das seleções de base do país e eleito duas vezes seguidas o melhor jogador do Uzbequistão (2023 e 2024), ele representa uma geração que ajudou a levar os Lobos Brancos à primeira Copa do Mundo de sua história.

COLÔMBIA

  • Técnico: Néstor Lorenzo
  • Capitão: James Rodríguez
  • Como se classificou: Terceira colocação das Eliminatórias Sul-Americanas
  • Participações em Copa: 7
  • Melhor participação: Quartas de final (2014)
  • Desempenho na última participação: Oitavas de final (2018)

O que você precisa saber sobre a Colômbia

Sob o comando de Néstor Lorenzo, a Colômbia chega embalada por uma campanha sólida nas Eliminatórias Sul-Americanas e respaldada por uma geração talentosa. Liderada pelo experiente James Rodríguez, a seleção colombiana também conta com nomes em grande fase, como Richard Ríos, Luis Díaz e Jhon Arias, formando uma base capaz de alimentar expectativas ambiciosas para o torneio.

Depois de anos alternando entre campanhas promissoras e frustrações, a Colômbia volta ao cenário mundial cercada por confiança e com a sensação de que pode competir de igual para igual com algumas das principais seleções do planeta.

Sob o comando de Néstor Lorenzo, a Colômbia costuma atuar no esquema 4-2-3-1. A dupla de volantes formada por Richard Ríos e Jefferson Lerma é uma das bases da equipe, combinando intensidade na marcação com qualidade na saída de bola e na construção das jogadas.

Mais à frente, James Rodríguez segue sendo o principal articulador do time. Mesmo aos 35 anos, o meia continua responsável por organizar o jogo ofensivo e encontrar espaços para os atacantes. Pelos lados, Jhon Arias e Luis Díaz oferecem velocidade, drible e profundidade. 

O que esperar da Colômbia

Inserida no Grupo K, a Colômbia aparece como uma das favoritas a avançar para a próxima fase. A disputa pela liderança deve passar diretamente pelo confronto contra os portugueses, mas a equipe sul-americana tem condições de garantir ao menos a segunda colocação sem maiores sustos.

Caso termine em segundo lugar, o caminho tende a ficar mais complicado. Isso porque o cruzamento será contra uma das principais seleções do Grupo L, chave que reúne duas potências como Inglaterra e Croácia. Ainda assim, a expectativa é de que os colombianos consigam superar a fase de grupos e alcancem o mata-mata sem grandes dificuldades.

Escalação provável da Colômbia (4-2-3-1): David Ospina; Daniel Munoz, Davinson Sanchez, Jhon Lucumi, Johan Mojica; Richard Rios, Jefferson Lerma; Jhon Arias, James Rodriguez, Luis Díaz; Luis Suárez

Destaque

Luis Díaz é a principal referência técnica da Colômbia e chega à Copa do Mundo cercado de expectativas. Vivendo uma temporada de alto nível, Díaz tem se destacado não apenas pelos números, mas também pela evolução de seu jogo, assumindo cada vez mais responsabilidades dentro de campo. Rápido, decisivo e capaz de desequilibrar partidas nos momentos mais importantes, o camisa 7 reúne as credenciais necessárias para liderar a seleção colombiana e ser um dos protagonistas do Mundial de 2026.

Fique de olho

Luis Suárez comemora gol pela Colômbia
Luis Suárez comemora gol pela Colômbia. Foto: IMAGO / Action Plus

Atacante do Sporting, Luis Suárez chega à Copa do Mundo em grande fase após mais uma temporada de números impressionantes, com mais de 30 gols marcados. Mesmo enfrentando um nível de exigência maior no futebol europeu, manteve o faro artilheiro e se consolidou como uma das principais referências ofensivas da equipe portuguesa.

Seu desempenho também chamou atenção na Liga dos Campeões. Além das boas atuações ao longo da competição, Suárez foi decisivo ao marcar os dois gols da vitória sobre o PSG, então campeão do torneio, demonstrando personalidade e capacidade de aparecer nos momentos mais importantes. Aos 28 anos, vive o auge da carreira e desponta como uma das principais armas da Colômbia para o Mundial.

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Gabriel MotaRedator de esportes

Nascido e criado em Petrópolis, mas 'naturalizado' carioca, é jornalista pela ESPM-Rio. Já passou por 365Scores, Lance! e Footure. Escreve sobre futebol nacional e internacional na Trivela desde 2026.
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Gabriella BrizottiRedatora de esportes

Formada em jornalismo pela Unesp, sou uma apaixonada pelo esporte em geral, principalmente o futebol. Dentre as minhas paixões, está o futebol argentino e suas 'hinchadas'.
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Guilherme CalvanoRedator

Jornalista pela UNESA, nascido e criado no Rio de Janeiro. Cobriu o Flamengo no Coluna do Fla e o Chelsea no Blues of Stamford. Na Trivela, é redator e escreve sobre futebol brasileiro e internacional.
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Matheus RochaSubcoordenador de conteúdo

Matheus Rocha é natural de Uberlândia, onde se formou em Jornalismo na Unitri em 2014. Começou a carreira no jornalismo na Trivela antes de passar por ExtraTime e Yahoo, participando da cobertura de três Copas do Mundo e cinco Olimpíadas.

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