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As nabas que seu clube mandou para a Europa – Edição Palmeiras

A possibilidade de mandar aquela naba de navio pra Europa é sempre algo a ser analisado com carinhos pelos clubes brasileiros. Hoje,  a terceira edição da série lembrando os perebas dos quais cada time conseguiu se livrar, dessas vez estrelando o Palmeiras. Uma enorme ajuda do @porcopedia, que me enviou uma lista que foi de Gérson Caçapa (Bari – 1991), a William Matheus (Toulouse – 2014), passando por Kahê Shrek (Borussia Mönchengladbach – 2005) .

O Palmeiras da última década parece quase uma fábrica de perebas, mas não são tantas assim que a diretoria conseguiu um troco da Europa — nem isso faz direito. Mas alguns já realizaram o “sonho de jogar na Europa”, e nem mesmo o mais demente palmeirense saberia explicar o porquê. Mas talvez, do jeito como vão as coisas esse ano, periga termos mais uma leva alviverde reforçando o Campeonato Português — que no fim, é um castigo pior do que a Série B.

Marcinho Guerreiro

Passou quatro anos meia-boqueando no meio de campo, com direito a ser considerado pelo técnico Leão – ATENCÃO: ALERTA DE CHORUME –  “o melhor volante do país”. O que pelo menos serviu pra enganar alguns e após o Olympique de Marselha desistir da contratação na última hora, acertou a ida ao glorioso Metalurh Donestk em 2007.

Vilson

O zagueiro-volante já veio ao Palmeiras acertado pra jogar na Europa. Moral da coisa: quando você está na SEGUNDA DIVISÃO e vira barriga de aluguel do STUTTGART, de um tipo qualquer nota como o VILSON, é porque as coisas não andam bem mesmo. (No fim das contas ele não passou nos exames médicos e voltou pra gloriosa Série B pra defender a Ponte Preta)

Elson

Também volante, também titular numa Série B (a de 2004), então adivinhem qual time se interessou? Um sorvete de pistache se você disse Stuttgart. (E como a vida é esse grande carrossel, adivinhem pra qual time Elson voltou após fracassar na Alemanha? Isso, Ponte Preta).

Glauber

Revelado no clube, grande promessa, seleções de base, um pacote completo de: fracasso. Nunca confirmou no time de cima, virou a primeira fonte de amendoim da social e vazou pro glorioso Nuremberg – pois como diz o @palmeirasdepre, a Alemanha adora um parmêra. Hoje em dia ganha em dólar no futebol dos EUA.

David Braz

Jogava no Palmeiras desde criança até que ganhou na justiça o direito de ir embora alegando ter sido obrigado a assinar um contrato. E assim sendo, de livre e espontânea vontade escolheu ir ao PANATHINAIKOS. Ou seja,  além de continuar num time verde, continuou num fracasso, num time que venceu DOIS dos últimos DEZESSETE  Gregões.  Parabéns.

Hors Concours

Taddei

Jogou de lateral a atacante, sendo inevitavelmente ruim em todas as posições. Na sua original, volante, jogou apenas umas 4,5 vezes — mas infelizmente também era ruim nela. Era um currículo tão triste que só mesmo um time europeu (o glorioso Siena) poderia ter comprado essa joia. E mais do que isso, apenas num time como a Roma poderia virar ídolo. Um brinde.

PS: Keirrison consideramos um ex-Coritiba, por motivo que já explicamos.

VEJA MAIS:
– As nabas que o seu clube mandou para a Europa – edição Internacional
– As nabas que seu clube mandou para a Europa – Edição Coritiba

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