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Para a torcida da Argélia, clima de Libertadores é fichinha

Escudos para proteger o jogador que vai bater escanteio são necessários. A torcida, quando não está atirando coisas no gramado tomado por papéis picados, canta alto, com o coração e sem parar, principalmente na Argentina ou no Uruguai. Dentro de campo, o árbitro deixa o jogo correr e permite entradas um pouco mais violentas que o normal. Isso tudo envolve o que se convencionou chamar de clima de Libertadores, mas a torcida da Argélia mostrou que o bicho pega mesmo é nas Eliminatórias Africanas.

Os torcedores argelinos fizeram um mosaico assombroso. Eles acenderam tochas e formaram o nome do país nas arquibancadas do estádio Mustapha Tchaker com fogo. Antes do jogo, centenas fizeram festa com música alta, buzinas e fogos de artifício perto do hotel de Burkina Faso, derrotada por 1 a 0, gol de Madjid Bougherra que, depois, deu uma voadora que deixaria Jackie Chan com inveja em Charles Kaboré. Inacreditavelmente, levou apenas cartão amarelo. Olha só o lance:

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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