Saudade já deixou saudade

Depois da saída de Henry, houve até quem vaticinasse sobre um Arsenal fora do top-4 do futebol inglês. Se a política de Arsène Wenger era a de um “time para o futuro”, perguntavam quando este tal futuro chegaria. Pois pode ter chegado.

O Arsenal é um dos times mais agradáveis de assistir neste início de temporada. Joga fácil, é a imagem de um líder de apenas 20 anos: Cesc Fàbregas. Sua atuação na fácil vitória sobre o Sevilla, pela Liga dos Campeões, foi digna de manual da posição.

Adebayor, que hoje marcou um hat-trick na goleada de 5 a 0 sobre o Derby, segue dando tapas de luva nos comentaristas de TV aberta que o julgavam com preconceito e desconhecimento.

Eduardo da Silva vai se adaptando de forma gradual, e logo deve se tornar fundamental para a equipe. A lateral-direita tem em Sagna um dono absoluto e merecedor da posição.

Em recente entrevista à Trivela, Gilberto Silva falou sobre o lado positivo da saída de Henry: acabou a transferência de responsabilidades. Agora, todos os jogadores sabem que não há mais o francês para resolver.

Como afirma Tomaz R. Alves em sua última coluna, já não há mais como deixar o Arsenal fora do grupo dos favoritos. Como dizia o mestre: com todos os méritos.

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Equipe Trivela

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