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São Paulo confirma favoritismo e bate Atlético-PR na Libertadores

Uma vitória tranqüila. Se o resultado sobre o Atlético-PR precisasse de um adjetivo, certamente seria esse. Na noite desta quinta, o São Paulo bateu os paranaenses por 4 a 0 sem quase nunca sofrer ameaças. Com a vitória, o São Paulo se sagrou pela terceira vez campeão da Libertadores quebrando um recorde entre clubes do Brasil.

Num estádio lotado, o São Paulo não jogou um futebol brilhante, mas foi auxiliado por um adversário ainda mais opaco. Jogando com uma marcação individual e um jogador sempre na sobra, o Atlético deixou claro que sua principal jogada seriam as bolas alçadas na área. No entanto, o São Paulo se cobriu bem no fundamento e raramente foi incomodado.

Com Danilo jogando uma partida inteligente, todas as jogadas com bola rolando que levaram perigo eram tricolores. E através do trio Amoroso-Luizão-Danilo o São Paulo chegou ao primeiro gol com o ex-jogador do Parma e da Udinese, depois de uma série de rebatidas na pequena área.

No último minuto do primeiro tempo, o momento maior do Atlético no jogo. Alex derrubou Aloísio e o árbitro Horacio Elizondo anotou pênalti. Fabrício bateu na trave e o elenco paranaense desmoronou psicologicamente. Na segunda etapa, o São Paulo fez três gols com facilidade e jamais teve alguma ameaça.

A conquista do título serviu para o São Paulo se juntar ao Estudiantes (Argentina), Nacional (Uruguai) e ao Olímpia (Paraguai) entre os clubes com três conquistas. Boca Juniors (Argentina) e Peñarol (Uruguai), têm cinco taças cada. O Independiente, também da Argentina, é o maior vencedor do torneio, com sete sucessos.

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