Rússia – Cinco perguntas

Que colocação no torneio seria considerada um sucesso?

Avançar para as quartas-de-final seria um enorme sucesso para a Rússia. Todo o projeto iniciado por Guus Hiddink, com uma grande renovação na equipe, objetivava a classificação para a Euro e, posteriormente, à Copa de 2010. O que vier agora é lucro.

Um sucesso na Euro pode impulsionar o futebol no país?

Vai ajudar a impulsionar ainda mais o futebol no país, já motivado pelas recentes conquistas européias de seus clubes e financiado por milhões de dólares investidos na Premier Liga russa – hoje um campeonato extremamente competitivo e de ótimo nível.

Quem, entre os 23, que está no seu primeiro grande torneio e pode arrebentar?

Entre os mais jovens, esta será a primeira grande competição deles. O maior nome é o goleiro Igor Akinfeev, de 22 anos, já consagrado na Rússia e no CSKA Moscou, e costumeiramente ligado a grandes clubes europeus. Será sua grande chance de despontar no cenário internacional.

Esse grupo tem qualidades para chegar em 2010?

Sob o comando de Hiddink, essa seleção pode ir longe. Tem excelentes jogadores, casos de Akinfeev e Arshavin, e aos poucos recuperou seu prestígio internacional. Hoje os adversários já não ignoram mais a seleção russa – que o digam os ingleses.

Qual a média de público do campeonato nacional?

13.543 pessoas por jogo (temporada 2007)

Campanha

12J, 7V, 3E, 2D, 18GP, 7GC

TÉCNICO

Guus Hiddink
08/11/1946, Varsseveld-HOL

Guus Hiddink dispensa apresentação. Um dos treinadores mais consagrados do futebol mundial, este holandês de 61 anos prova na Rússia, mais uma vez, que seu trabalho gera resultados rápidos para suas equipes comandadas. Após pegar uma seleção russa desacreditada e com a auto-estima em baixa, Hiddink se aproveitou de uma geração talentosa de jogadores e recolocou a equipe entre as principais da Europa. Taticamente, ele costuma variar o time entre o 3-5-2 e o 4-4-2. Na defesa, utiliza a base do CSKA Moscou, que ao longo das eliminatórias européias se mostrou extremamente confiável. Do meio para a frente, a parte ofensiva fica por conta de jogadores como Zhirkov, Arshavin e Pogrebnyak e a marcação com a ótima dupla de volantes Bilyaletdinov e Zyrianov. Desde que assumiu o cargo, Hiddink sempre priorizou e frisou a importância dos atletas terem experiência internacional, algo que ele detectou, em um primeiro momento, como um dos maiores problemas da seleção russa.

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Equipe Trivela

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