Portugal diz que não aceitou que Drogba jogasse com tala

A delegação de Portugal causou um pequeno incidente. Nesta quinta, Carlos Godinho, diretor técnico da federação portuguesa, criticou a autorização dada pela Fifa ao uso de uma tala no braço fraturado do atacante marfinense Didier Drogba, para que ele pudesse atuar na partida contra os Tugas.
Godinho desmentiu ao jornal A Bola as declarações de Nicolas Maingot, porta-voz da Fifa, segundo o qual Portugal não se opôs ao uso da tala: “É falso. Nunca aceitamos isso. Acontece que fomos avisados de que o árbitro seria o dono da decisão. Se ele é o dono da decisão, não há nada mais o que fazer.”
Godinho explicou que o médico da seleção, Henrique Jones, advertiu a Stefano Pucci, delegado da Fifa para o jogo, que a tala era dura e poderia machucar os jogadores: “Pucci disse que não havia razão para discutir o assunto, porque o árbitro seria quem ditaria as regras. Então, era inútil protestar mais.”


