Parar Messi? Quase um Vítor Baía

A penúltima semana do Vig Vrother Bárzea começava com Jérôme Valcke em maus lençóis. Depois de reclamar da produção e afirmar que o programa só deslanchava por seu empurrãozinho no traseiro, o francês foi duramente criticado pel’O Editor. Precisou pedir desculpas, ajoelhou no milho e prometeu assistir a todas as partidas da seleção brasileira como penitência

Ganhou como resposta o silêncio e o temor de que fosse substituído por Ronaldo justamente na apresentação da final do VVB – de Bial para Faustão, não seria uma má troca. Se até Ricky Tricky tinha largado o osso da CBF para cagar montão na privada de ouro de sua mansão em Miami, não seria o apresentador que deixaria de comer o brioche que o diabo amassou em Paris.

Tentando mostrar serviço para salvar sua pele, Valcke recorreu ao melhor jogador do mundo para a realização da penúltima prova da liderança. Convidou Lionel Messi para testas os quatro últimos sobreviventes da casa. Em uma sala de 20 metros quadrados, o camisa 10 do Barcelona teria liberdade para fazer o que bem entendesse com a bola. A simples, porém árdua, missão dada a Balotelli, Ibrahimovic, Mourinho e Tevez era a de bater a carteira do argentino e roubar-lhe a redonda.

A prova começou com Messi fazendo miséria. Bola entre as canetas pra cá, carretilha pra lá, o atacante estava ligado no turbo. Mas os vrothers tinham seus recursos para tentar desestabilizar o algoz. Tevez tentou fazer careta e tomou um elástico. Ibrahimovic esboçou um golpe de tae-kwon-do e foi vítima de um lençol. Os dardos de Balotelli não fizeram efeito contra o toque de letra. E nem o bonequinho de Pepe fez com que Leo errasse a execução de seu drible da vaca em Mourinho.

Como todos os mortais (ainda que não o seja), Messi já estava cansado de driblar. Além do mais, jogador objetivo que é, começou a tremer ao emendar truque atrás de truque sem ter uma rede para estufar. Eureka! Cansado de sofrer gols do camisa 10 e relembrando seus tempos de goleiro, Mourinho calçou as luvas e improvisou um gol com o par de chinelinhos que Carlos Alberto tinha esquecido na casa. Foi só o português tentar fechar o ângulo que o argentino logo deu um toque de cobertura, metendo a bola por entre os chinelos. Como de costume nos clássicos, bastou ao português buscar a bola no fundo do gol e… feito! O VVB tinha seu penúltimo líder e o primeiro finalista, um gajo pra lá de estrategista.

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Equipe Trivela

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