O silêncio dos indicados e o choro de Ibra

Segunda-feira, véspera do primeiro paredão do VVB, dia calmo na casa. Os indicados à disputa, preocupados com a votação, preferiram manter o silêncio, preocupados com a possibilidade de repercussão negativa de qualquer palavra. Joey Barton, abalado pela derrota para seu ex-clube e preocupado com as especulações com sua saída do QPR, pouco se manifestou. Jobson, vigiado pelos atentos olhos de Jerome Valcke e já punido pela Fifa, ficou recluso em seu quarto. John Terry, pensando na melhor estratégia de trazer Gary Cahill para o seu lado nos vestiários do Chelsea, fez raras aparições, sempre com ar pensativo.

Engana-se, no entanto, quem pensa que a casa ficou monótona. O centro das atenções nesta segunda-feira foi Tevez, que tenta acertar da casa a sua saída do Manchester City. O atacante quer ir para Milão, mas o clube prefere que ele vá para o Paris Saint-Germain, o que o deixa angustiado. Um sentimento impossível de ser traduzido em palavras, até porque pouco se entende o que Carlitos fala, seja em português, inglês ou espanhol.

O ataque do dia foi de Ibrahimovic. Após ser derrotado pela Internazionale por 1 a 0 com o Milan neste domingo, o sueco teve uma crise nervosa. “A Inter só se defendeu”, repetia o anjo da semana, num choro contido, mas visível.

Na patota sul-americana, destaque para Adriano e a polêmica em torno de seu peso acima do ideal. Mas, de acordo com os médicos que cuidam dele, o centroavante não está gordo. Carlos Alberto, ainda triste por não ter ido para o Palmeiras, está recluso, aguardando uma chance de ser recusado em outra equipe.

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