Libertadores 2010: Grupo 5

Internacional
Com um time técnico, experiente e dirigido por um treinador com bom conhecimento do futebol sul-americano, o Inter tem como trunfo o equilíbrio. Consegue ter consistência tática, um trabalho defensivo eficaz – começando com atacantes e meio-campistas que ajudam nessa função – e talentos individuais capazes de decidir jogos, sendo o maior deles Andrés D’Alessandro, o camisa 10 da equipe.
O time conta ainda com Pablo Guiñazu, jogador com forte poder de marcação e boa saída para o jogo – sem contar a liderança sobre o time, razão pela qual é capitão da equipe. Giuliano é um meia promissor, com boa chegada no ataque e versátil, já que chegou a atuar inclusive como ala e teve funções táticas importantes no Campeonato Brasileiro.
No ataque, Edu é um jogador experiente e habilidoso que pode ser útil, Alecssandro tem boa capacidade de finalização, assim como o experiente Kléber Pereira, e ainda há o habilidoso Taison, reserva de luxo do time.
Cerro
Um dos times menos cotados para a competição. O time abriu mão de jogar no Centenário de Montevidéu para ganhar mais dinheiro mandando seus jogos em outra cidade, Rivera, com uma parceria com a prefeitura local.
Embora o time diga à imprensa uruguaia tenha pretensão de chegar à próxima fase, o próprio clube assume que o mais importante será a arrecadação com torcida, com o acordo em Rivera e as cotas de participação irão ser pagas ao clube.
A classificação já seria mais do que se espera desse time, que deve apenas tentar engrossar o jogo dos concorrentes. O jogador mais perigoso do time é o atacante Rodrigo Mora.
Deportivo Quito
Atual campeão equatoriano, o time do Deportivo Quito tem alguns jogadores com experiência internacional, como o zagueiro Iván Hurtado, capitão da equipe e da seleção equatoriana, e o meio-campista Luis Saritama, que foi à Copa do Mundo de 2006 pelo Equador.
No setor ofensivo, os destaques da equipe são o meia Michael Arroyo, que já jogou pela seleção sub-20 do Equador, que marcou 10 gols na campanha do título em 2009 e o atacante Iván Borghello, argentino que foi o artilheiro da equipe no título do Campeonato Equatoriano com 11 gols.
Newell’s Old Boys*
Classificado para a Libertadores pela soma das campanhas no Clausura e Apertura de 2009, o Newell’s foi protagonista no segundo semestre, quando lutou pelo título com o Banfield até a última rodada.
O time tem um atacante alto como referência na área, Antonio Joaquín Boghossian, com 1,95m e 11 gols marcados no Apertura 2009. Mauro Fórmica, no meio-campo, é outro dos destaques da equipe. A expectativa do time é se classificar para a próxima fase e alcançar, quem sabe, as quartas de final da competição.
Emelec*
O time equatoriano chegou à Libertadores por ter sido o terceiro colocado no Campeonato Equatoriano – e depois de passar por Newell’s Old Boys na primeira fase. O time trabalha de forma pragmática no 4-4-2, e tem no meio campista Mario David Quiroz um dos seus principais jogadores, trabalhando a bola da defesa para o ataque.
No setor ofensivo, o time contratou Santiago Biglieri, atacante que era do Lanús, que tem por característica e velocidade. Será um coadjuvante, e a classificação para as oitavas de final é pouco provável.


