FIFPro critica presença de maconha entre substâncias proibidas

A suspensão do uzbeque Anzur Ismailov por uso de maconha provocou uma reação da FIFPro, federação internacional dos futebolistas profissionais. A entidade considera que as substâncias advindas do uso de maconha não deveriam fazer parte da lista proibida da Agência Mundial Antidoping (Wada).
Ismailov pegou três meses de suspensão por causa do resultado positivo do exame realizado após a partida do Uzbequistão contra o Bahrein, em junho, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo.
Apesar de destacar o tempo de gancho menor que o recomendado pelo código mundial da Wada (seis meses), a FIFPro reiterou sua insatisfação com a presença da maconha entre as substâncias proibidas.
“Pedimos que reconheçam o fato de a maconha ser, em toda a probabilidade, prejudicial ao desempenho atlético, e que não merece um lugar na lista de substâncias proibidas no antidoping”, afirma a FIFPro em seu site oficial.
A entidade lembra que, em agosto, à agência antidoping holandesa (NADO) fez um pedido formal à Wada para retirar a maconha da lista negra.


