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Euro 2008 – República Tcheca

Como se classificou?
A República Tcheca terminou na primeira colocação do Grupo D com 29 pontos ganhos em 12 jogos, dois à frente da Alemanha. Contra Irlanda, Eslováquia, País de Gales, Chipre e San Marino os tchecos não tiveram quaisquer dificuldades. A única derrota veio contra os alemães, no primeiro turno, jogando em Praga.

Time-base
Cech, Grygera, Rozehnal, Kovac (Ujfalusi) e Jankulovski; Polak, Galasek, Rosicky e Plasil; Koller e Baros.

Técnico
Karel Bruckner está no cargo de treinador da República Tcheca desde 2001. Somente isso já prova sua credibilidade junto aos dirigentes, jogadores e torcedores. Bruckner, de 68 anos, trilhou toda sua carreira no futebol tcheco nas décadas de 70, 80 e 90 sem nunca ter treinado os grandes times do país: Sparta e Slavia Praga. Fez bons trabalhos em clubes medianos, como Banik Ostrava e Sigma Olomouc, até chegar à seleção sub-21 em 1998, onde ficou por três anos.

Expectativa local
Apesar da boa campanha nas eliminatórias, as últimas decepções em competições oficiais esfriaram um pouco o ânimo dos torcedores. Alie isso à aposentadoria da seleção do maior ídolo tcheco dos últimos tempos – Pavel Nedved – e a expectativa não é das mais animadoras. Apesar disso, todos sabem que o time é muito bom e tem potencial para surpreender os favoritos.

Retrospecto nas últimas competições
Em 2004, na última Euro, a República Tcheca era vista por todos como uma possível candidata ao título. A equipe foi longe e caiu somente nas semifinais contra uma empolgada Grécia, que no final das contas ficou com o título. Dois anos antes, a seleção tcheca havia ficado de fora da Copa do Mundo da Coréia do Sul/Japão, mas em 2006 o time chegou à Alemanha novamente com status de potência. Resultado: eliminação na primeira fase, num grupo fraco (EUA, Gana e Itália), e decepção total.

Jogador-chave
Tomas Rosicky, meia do Arsenal-ING

Maior virtude
Experiência. O time perdeu Nedved, mas o elenco ainda reúne jogadores experientes e que jogam nas principais ligas européias – além da experiência ganha com as últimas decepções em torneios oficiais. Cech (Chelsea-ING), Grygera (Juventus-ITA), Rozehnal (Newcasttle-ING), Ujfalusi (Fiorentina-ITA), Kovac (Spartak Moscou-RUS) e Jankulovski (Milan-ITA) também fazem da defesa o setor mais seguro e eficiente da equipe.

Calcanhar de Aquiles
O ataque é fraco. O time depende de Jan Koller (Monaco-FRA) e Milan Baros (Lyon-FRA e mais um monte de outros times nos últimos anos) para fazer gols. Em seus clubes costumam marcar de vez em quando, mas na seleção a situação não é das melhores. Fora eles, as opções são poucas e restritas a jogadores mais velhos e que atuam na Gambrinus Liga.

Cotação William Hill
12/1

Alemanha
Áustria
Croácia
Espanha
França
Grécia
Holanda
Itália
Polônia
Portugal
República Tcheca
Romênia
Rússia
Suécia
Suíça
Turquia

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Equipe Trivela

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