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Euro 2008 – Grécia

Como se classificou?
1ª colocada no Grupo C das Eliminatórias. Apesar do Grupo C não ser dos mais fortes (era o único que não teve nenhuma seleção classificada para a Copa do Mundo de 2006), os gregos cumpriram uma campanha irretocável, com 10 vitórias, 1 empate (contra a Noruega, fora), e apenas uma derrota (para a Turquia, em casa).

Time-base
Nikopolidis (Chalkias); Seitaridis (Patsatsoglou), Krigiakos (Kapsis), Dellas e Torossidis (Fyssas); Basinas, Katsouranis, Karagounis e Giannakopoulos; Charisteas (Amanatidis), Gekas

Técnico
Otto Rehhagel, de 69 anos de idade, é o maestro do Navio Pirata. Internacionalmente, é conhecido por ter levado os gregos ao título da Euro 2004. Mas tem longa carreira no futebol alemão (é o único a ter participado de mais de mil jogos da Bundesliga como jogador e técnico), e é considerado um dos responsáveis pela consolidação do Werder Bremen como potência daquele país. Rehhagel é conhecido entre os helênicos como “Rei Otto” (em alusão a Oto I, primeiro mandatário da Grécia moderna). Na Alemanha, seus trabalhos se caracterizavam pelo futebol ofensivo. Porém, na Grécia, dada a característica de seus jogadores, o veterano alemão costuma se valer de um expediente mais cauteloso. No Brasil, correria o risco de ser confundido com o técnico Joel Santana.

Expectativa local
A máxima “o céu é o limite” já foi provada pelos gregos em Portugal, naquele verão de 2004. Como duvidar que tal sonho possa se repetir? A repetição de uma campanha como aquela parece improvável neste momento, já que os helênicos não estarão mais na cômoda posição de zebras, e enfrentarão seleções que não estarão desatentas desta vez. Mas seus torcedores sabem que nada é impossível. Nem o bi-campeonato.

Retrospecto nas últimas competições
Da Euro 2004, o apelido “Navio Pirata” diz tudo. Afinal, a seleção grega ganhou este apelido justamente por estragarem a festa dos lusos (tanto na abertura quanto na final, os gregos venceram o time de Felipão). Mas classificações para as competições importantes não é algo freqüente para os gregos. Tanto que, nas duas últimas eliminatórias para os Mundiais (2002 e 2006), os gregos ficaram em 4º lugar em seus grupos, e esta é apenas a 3ª vez que os helênicos chegam à fase final da Euro.

Jogador-chave
Kostas Katsouranis, meia do Benfica-POR

Maior virtude
A manutenção da base campeã de 2004 é um dos grandes trunfos da seleção helênica. Dos titulares daquele time, apenas Theo Zagorakis não está mais entre os selecionáveis de Otto Rehhagel.

Calcanhar de Aquiles
A manutenção da base de 2004. Se por um lado permite que se repita o time campeão, significa que a média de idade do time, que já não era das menores (quase 29 anos) aumentou quatro anos. Pode ser um problema no verão europeu.

Cotação William Hill
25/1

Alemanha
Áustria
Croácia
Espanha
França
Grécia
Holanda
Itália
Polônia
Portugal
República Tcheca
Romênia
Rússia
Suécia
Suíça
Turquia

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Equipe Trivela

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