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Euro 2008 – Espanha

Como se classificou?
A Fúria perdeu as duas primeiras partidas nas eliminatórias (para Suécia e Irlanda do Norte) e ficou no ar um forte temor de eliminação. O time continuou jogando mal, mas os resultados vieram e, com a certeza de que a vaga estava acessível, os espanhóis começaram a se soltar e apresentaram um futebol convincente no final. No final, foram 9 vitórias, um empate e duas derrotas, uma campanha respeitável.

Time-base
Casillas; Sergio Ramos, Puyol, Marchena e Capdevila; Albelda, Xavi, Iniesta, Fàbregas e David Silva; Villa (Fernando Torres)

Técnico
Luis Aragonés. Não é um gênio tático. Pelo contrário, é mais eficiente como motivador e líder do elenco. Ainda assim, ganhou o apelido de “Sábio de Hortaleza”. Seu início de carreira foi meteórico, conquistando o título mundial e da liga espanhola pelo Atlético de Madrid logo em suas primeiras temporadas. Atualmente, é visto como ultrapassado pelos seus métodos, principalmente depois de ser flagrado chamando Henry de “negro de merda” para “motivar” Reyes. Havia anunciado que deixaria a seleção espanhola após a Copa de 2006, mas ficou depois do bom futebol da equipe no torneio.

Expectativa local
Há um otimismo tentando se conter. As vitórias contra Dinamarca, Suécia e Irlanda do Norte, em que o meio-campo funcionou muito bem, deixaram os espanhóis na esperança de entrar na Eurocopa na condição de candidato ao título. Ao mesmo tempo, o histórico de decepções da Fúria faz que muitos tentem conter tal euforia, mais pensando na reação com a derrota do que por não acreditar no time.

Retrospecto nas últimas competições
A última Eurocopa foi decepcionante, com eliminação na primeira fase em um grupo com Portugal, Grécia e Rússia. Em Copas do Mundo, as participações mais recentes não foram das piores. Os espanhóis caíram nas quartas-de-final da Copa de 2002 em um jogo em que foram muito prejudicados pela arbitragem e, em 2006, fizeram grande primeira fase e deram azar de cruzar com a França de Zidane, Vieira e Ribéry nas oitavas.

Jogador-chave
Fàbregas, meia do Arsenal que cada vez mais deixando o status de “promessa” para se aproximar do de “craque”

Maior virtude
Um meio-campo leve e muito criativo. Luis Aragonés achou uam boa formação com o marcador Albelda ficando mais fixo para dar liberdade ao quarteto Xavi-Fàbregas-Iniesta-David Silva. Todos sabem marcar, saem jogando com facilidade e têm capacidade técnica para criar e até finalizar.

Calcanhar de Aquiles
Excesso de otimismo. A Espanha acredita ser maior e melhor do que é e paga por isso. O time ainda não tem um craque consolidado e a pressão de imprensa e torcida são enormes, fazendo que a equipe tenha dificuldade em momentos decisivos. Luis Aragonés também não é um gênio tático e muitas vezes suas atitudes tiram sua credibilidade.

Cotação William Hill
7/1

Foto de Equipe Trivela

Equipe Trivela

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