Decisão do TAS prolonga impasse olímpico

Apesar de mais uma decisão da Fifa a favor da liberação obrigatória de jogadores nascidos a partir de 1985 para os Jogos Olímpicos, o impasse sobre o tema permanece. Nesta quarta-feira, uma decisão do Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) prolongou a espera dos clubes que protestam contra a cessão de atletas.
A corte de Lausanne desconsiderou o apelo de Werder Bremen e Schalke 04 sobre as convocações de Diego e Rafinha, respectivamente, pelo Brasil. Segundo o TAS, os clubes alemães argumentaram que a jurisdição do órgão era baseada na Cartilha Olímpica. O tribunal, no entanto, alega que a Cartilha “não é diretamente aplicável a clubes profissionais de futebol”.
Diante da posição do comitê de status de jogadores da Fifa, insistindo na liberação dos jogadores, Werder e Schalke entraram com um novo recurso no TAS. De acordo com a nota divulgada pelo tribunal suíço, o caso está “pendente”.
Os clubes esperam que Diego e Rafinha, que se apresentaram à Seleção sem autorização dos clubes, sejam declarados impedidos de disputar as Olimpíadas pelo fato de não terem sido liberados.
O Barcelona prometeu também recorrer ao TAS para impedir a ida do argentino Lionel Messi, que segue com o elenco 'blaugrana' à espera de uma definição do caso. O torneio olímpico começa no próximo dia 7 de agosto.


