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Copa Uefa 2007/8 – Grupo D

Basel (Suíça)
Hamburg (Alemanha)
Rennes (França)
Dinamo Zagreb (Croácia)
Brann (Noruega)

Barbada: O Hamburg sobra na turma. Com um elenco equilibrado nas mãos, o técnico Huub Stevens assumiu em fevereiro e transformou o time de ameaçado pelo rebaixamento em classificado para a Copa Intertoto. Através da competição de verão, conquistou seu lugar na Copa Uefa. O HSV teve um início sólido na Bundesliga, e deve dominar o grupo, apesar de provavelmente estrear sem o meia Romeo Castelen e o atacante Paolo Guerrero, ambos lesionados.

Boas chances: O Rennes não é exatamente um time de garotos, como provam os atacantes Sylvain Wiltord, de 33 anos, e Jerome Leroy, de 32, mas é capaz de mostrar serviço. Como é de se imaginar, o time não é de correria, mas se mostra extremamente eficiente quando atua fora de casa, o que permite esperar algo dos jogos contra Basel e Hamburg. A classificação, no entanto, deve ser confirmada nas partidas em casa. O Dinamo Zagreb chega credenciado pela eliminação do Ajax na primeira fase, com direito a vitória em Amsterdã na prorrogação. O time ainda não encontrou um substituto para Eduardo da Silva, mas tem jogadores de bom nível como o meia Luka Modric e o atacante Bosko Balaban.

Corre por fora: O Basel já não domina mais o futebol suíço – ficou atrás do Zürich nas duas últimas temporadas. O time viveu seu grande momento na temporada 2002/3, quando fez uma grande campanha na Liga dos Campeões, com vitórias sobre Juventus e Deportivo La Coruña e empates fora de casa contra Liverpool e Manchester United. Desde então, tem sido cada vez mais difícil controlar o êxodo de jogadores, em especial para o futebol alemão. O time ainda é decente, com jogadores da seleção suíça, como Huggel, Streller e Degen, e bons valores estrangeiros, como o goleiro argentino Costanzo, o atacante equatoriano Caicedo e o meia sérvio Ergic. Espera-se uma briga com o Dinamo pelo terceiro lugar, mas a tabela é mais complicada para o Basel.

Azarão: O Brann deve estrear no grupo já como campeão norueguês, título que não conquistava desde 1963. A façanha é louvável, mas ajudou a exaurir um elenco não tão numeroso e homogêneo, pelo menos no nível que se exige na Europa – e o time ainda terá a Royal League para disputar. Assim, da equipe de Bergen pode-se esperar uma eventual vitória em casa, onde tem o clima a seu favor, mas classificação seria surpresa.

Craque do grupo: Quando o meia Rafael van der Vaart disse que queria ir jogar no Valencia, o Hamburg tratou de bater o pé para segurá-lo. Sabia que dificilmente encontraria um substituto à altura para o holandês, que tem características de um autêntico armador, mas colabora com a produção ofensiva como um atacante – foram 10 gols nos primeiros 12 jogos oficiais da temporada. Como provavelmente não conseguirá segurar Van der Vaart novamente no ano que vem, o HSV espera aproveitar o máximo enquanto o tem.

O jogo mais interessante: Hamburg x Rennes, dia 29 de novembro, pela terceira rodada, revive a antiga rivalidade entre alemães e franceses. A partida marca ainda a estréia em casa do HSV no grupo, que sai na primeira rodada para enfrentar o Brann e folga na segunda.

Quem tem história na Europa:

– Hamburg, campeão da Copa dos Campeões em 1983 e da Recopa em 1977.
– Dinamo Zagreb, campeão da Copa das Feiras em 1967, finalista da Copa das Feiras em 1963.

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