Campanha: Manchester United

Fase de Grupos
O campeão da LC passada teve Villarreal, Aalborg e Celtic como adversários, no Grupo E. A primeira partida mostrou certa falta de pique: um empate sem gols contra o Villarreal, em pleno Old Trafford. Todavia, as vitórias nos dois jogos seguintes (dois 3 a 0: no Aalborg, fora de casa, e nos Bhoys, em Manchester) deixaram a tarefa de classificar-se às oitavas de final bem encaminhada. Ela seria garantida em novo 0 a 0, contra o Villarreal, na Espanha. Outros dois empates colocaram a liderança da chave em risco, mas, devido à derrota do Submarino Amarelo para o Celtic, na última rodada, os Red Devils asseguraram a ponta.
Oitavas de final
O Manchester United protagonizou um dos principais duelos da segunda fase da LC logo de cara. Afinal, o adversário seria a Internazionale, embalada por bom momento no Campeonato Italiano. A partida de ida, no San Siro, manteve a indefinição sobre quem se classificaria: com excelente atuação de Júlio César, o 0 a 0 ficou imóvel no placar.
Na volta, em Old Trafford, o United precisou de apenas três minutos de jogo para abrir o placar, com Vidic, de cabeça. No segundo tempo, nova cabeçada, desta vez de Cristiano Ronaldo, fechou o placar em 2 a 0 e definiu a ida às quartas.
Quartas de final
A campanha do time comandado por Alex Ferguson na LC correu sério perigo nesta fase. Poucos esperavam que o Porto fosse um duro oponente nas quartas. Bastaram quatro minutos do primeiro tempo, no jogo da ida, em Old Trafford, para que os Dragões provassem seu valor, abrindo o placar com Rodríguez. Além disso, a equipe de Jesualdo Ferreira aproveitava-se da ausência de Rio Ferdinand e perturbava a defesa inglesa. Só em falha grotesca de Bruno Alves os anfitriões empataram, com Rooney. Aos 40 minutos do segundo tempo, um gol de Tevez pareceu sossegar o Man Utd de vez. Mas nova pane na marcação permitiu a Mariano empatar, aos 44.
O 2 a 2 deixou a equipe em situação difícil para a volta, no Estádio do Dragão, pois só a vitória ou empate por mais de dois gols daria a vaga na semifinal. Aí apareceu Cristiano Ronaldo: aos seis minutos do 1º tempo, o atacante, com belíssimo chute de fora da área, abriu o placar. O Porto exerceu pressão, mas a saída de Lucho González tirou poder de fogo na armação. O Manchester segurou o 1 a 0, evitou a surpresa portista e passou para as semis.
Semifinais
Em um confronto inglês, o United enfrentou um Arsenal que subia de produção no fim da temporada, mesmo sem Arshavin, proibido de atuar na LC (já defendera o Zenit). A ida, em Old Trafford, trouxe otimismo e problemas. Se a vitória por 1 a 0 colocava a equipe em vantagem, um problema nas costelas quase tirou Rio Ferdinand da volta, no Emirates Stadium. Além disso, jogando em casa, o Arsenal teria maior incentivo para conseguir a vitória.
Mas o jogo acabou sendo muito mais fácil do que o esperado para os visitantes. Aos oito minutos, Kieran Gibbs falhou na zaga e permitiu a Park abrir o placar; aos onze, em boa cobrança de falta, Cristiano Ronaldo fez 2 a 0 e tornou a tarefa do Arsenal próxima do impossível. A classificação seria sacramentada aos 16 do 2º, em rápido contra-ataque encerrado com novo gol de Ronaldo. Um pênalti em Fàbregas, convertido por Van Persie, acabou rendendo a Fletcher uma expulsão que o tira da final. Mas o Manchester United assegurou, sem esforço, a ida para a quarta final de Liga dos Campeões em sua história.
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