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Brasil inicia defesa do título contra o Egito

O Brasil estreia na Copa das Confederações nesta segunda-feira, contra o Egito, em Bloemfontein, partindo em busca de seu terceiro título na competição, o segundo consecutivo. Em 2005, a Seleção levantou o troféu na Alemanha com um futebol empolgante – que não conseguiu repetir no Mundial do ano seguinte, quando caiu nas quartas de final sem impressionar.

A equipe de Dunga atravessa um bom momento, confirmado pelas três vitórias consecutivas e a liderança das Eliminatórias sul-americanas da Copa do Mundo de 2010. O treinador leva força máxima para o torneio na África do Sul, e a ideia é jogar sempre com o que houver de melhor à disposição.

Para a partida desta segunda, deve retornar ao time o atacante Luís Fabiano, que foi expulso na goleada de 4 a 0 sobre o Uruguai, em Montevidéu, e cumpriu suspensão na vitória por 2 a 1 sobre o Paraguai, em Recife. O restante da equipe não deve sofrer alterações – o que inclui a permanência de Daniel Alves na vaga de Maicon na lateral-direita.

Desde 1997, quando venceu a Copa das Confederações com um ataque inspirado por Ronaldo e Romário, a Seleção não chegava ao torneio sem baixas importantes. Até na conquista do segundo título, há quatro anos, estavam de fora titulares como Ronaldo, Cafu e Roberto Carlos.

O encontro com o Egito é o primeiro em uma partida oficial. As quatro partidas já realizadas entre as duas seleções foram amistosas, todas em território egípcio. O último jogo foi em 1963, quando o Brasil venceu por 1 a 0, gol de Quarentinha.

Contra um adversário que se credenciou para o torneio como bicampeão africano, Dunga pediu respeito a seus jogadores: “Estamos esperando um jogo difícil, mais difícil do que muita gente espera no Brasil. Muitos dos jogadores egípcios não são tão conhecidos internacionalmente, mas uma coisa é certa: você não ganha dois títulos continentais consecutivos por acaso. É preciso ter muita qualidade para isso”.

Egito espera surpreender

A seleção egípcia, dirigida por Hassan Shehata, espera se beneficiar de um eventual cansaço dos brasileiros para surpreender na estreia. O treinador também usou o currículo dos Faraós para defender as chances da equipe.

“Somos uma equipe grande agora e não devemos temer nossos adversários”, comentou. “Conseguimos vencer a Copa das Nações Africanas seis vezes, as últimas duas consecutivamente. O Egito se acostumou a enfrentar grandes times. No último ano, fizemos amistosos contra seleções como Argentina, Espanha e Portugal”.

O domínio exercido na África, no entanto, não tem se traduzido em resultados nas Eliminatórias da Copa do Mundo. O Egito ainda busca sua primeira classificação desde 1990, e terá de se recuperar de um mau começo na fase final das Eliminatórias africanas, já que somou apenas um ponto nos primeiros dois jogos.

Foto de Equipe Trivela

Equipe Trivela

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