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Bin Hammam diz que punição da Fifa foi “vingança”

Mohamed Bin Hammam afirmou, neste domingo, que a Fifa foi motivada pela vingança ao determinar que ele estava banido para sempre de exercer qualquer atividade do futebol. A entidade máxima anunciou a suspensão do catariano no último sábado.

“De fato, eu esperava por uma punição de uma vida. Isso mostra a vingança dessas pessoas”, disse Bin Hammam em entrevista à BBC. “A punição foi decidida antes das investigações começarem.”

Mohamed Bin Hammam, que seria ouvido pela Fifa nos dias 22 e 23 de julho pelo Comitê de Ética da Fifa, explicou por que não compareceu às audiências. “Os meus representantes estavam certos de que a Fifa utilizaria a minha presença de acordo com os interesses deles e não conforme as necessidades do tribunal.”

“Nós não sabíamos sobre sobre o que eram as acusações e escrevemos para a Fifa. Eles afirmaram que eu saberia no dia 22 de julho. A partir disso, era evidente que a Fifa já tinha tomado uma decisão e só queriam uma plataforma para anunciar”, continuou.

O ex-presidente da Confederação Asiática se defendeu das acusações de que subornou membros da Concacaf (Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe) em troca de votos na última eleição para presidente da Fifa e cogitou recorrer à CAS (Corte Arbitrária no Esporte).

“Acredito que a corte civil na Suíça, a CAS, fará justiça”, disse Bin Hammam. “Não fizemos nada de errado. Estávamos comprometidos com as leis e regulamentos da Fifa. Ainda não sei sobre o que são essas acusações. Nunca paguei ninguém para me apoiar. Quero deixar claro que eu nunca dei dinheiro por votos”, se defendeu o dirigente.

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