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Baggio, 44

Até hoje me lembro do refrão: “Non è un miraggio, non è un miraggio, è Roberto Baggio”. Acho que foi uma das primeiras músicas relacionadas a futebol que conheci. Não por acaso, afinal, Roberto Baggio, que completou 44 anos nesta sexta-feira, foi um dos meus primeiros ídolos.

A lembrança mais forte que tenho dele é com a camisa da Juventus, que o comprou da Fiorentina por € 10 milhões (recorde na época). Acordava aos domingos de manhã para vê-lo jogar. Claro que eu gostava também de ver o Milan e a Internazionale dessa época, início dos anos 1990, mas era fã mesmo de Roberto Baggio.

Ele nunca teve a genialidade de um Maradona ou o arranque de um Ronaldo. Mas era um maestro em campo, sempre habilidoso. Finalizava como poucos. Só que algumas escolhas erradas e lesões atrapalharam sua carreira. Sinto que ele poderia ter sido muito maior do que foi, e mesmo assim será lembrado para sempre como um craque.

Não conquistou muitos títulos importantes, mas seu talento sempre esteve acima de tudo isso. Tanto que foi eleito pela Fifa em 1993 o melhor jogador do mundo. Pela seleção italiana, se tornou o único a marcar em três Mundiais, e poderia ter ido para o quarto, em 2002, se não fosse Giovanni Trapattoni…

No Brasil, infelizmente, muita gente se lembra dele apenas por causa do pênalti perdido na decisão da Copa de 1994. Pobres de alma, porque Roberto Baggio foi grande demais.

Abaixo, para matar a saudade, o link da música citada. Não consigo fazer ir direto para ela, está indo para o menu. Daí basta rolar a página até a metade e selecioná-la.

Foto de Equipe Trivela

Equipe Trivela

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