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África do Sul x Nova Zelândia: em busca de reação

Após frustrar a torcida que lotou o Ellis Park de Johannesburg, ao empatar sem gols com o Iraque, domingo passado, no jogo de abertura da Copa das Confederações, a África do Sul procura a reação nesta quarta, jogando em Rustenburg, contra a Nova Zelândia. Os Kiwis, por sua vez, desejam reagir, após a goleada por 5 a 0 sofrida contra a Espanha. Uma derrota os eliminaria da competição.

Mas os Bafana Bafana mantêm o respeito com relação ao próximo adversário. No treino desta terça, o goleiro Itumeleng Khune se disse preocupado com a altura dos jogadores neozelandeses, possível desequilíbrio no jogo aéreo: “Esperamos um jogo duro amanhã, especialmente quando se vê as peças que têm. Sabemos todos que os neozelandeses são altos e bons no jogo aéreo, e devemos, como um time, estar preparados para isso.”

Khune ainda atentou para a necessidade de reação sul-africana em busca do lugar nas semifinais: “Estamos, como o time anfitrião, sob pressão, após perdermos dois pontos na primeira partida. Amanhã queremos corrigir isso. A Nova Zelândia não será fácil, mas estamos preparados para vencer. Obviamente, será desapontador para o país se não vencermos, mas nem tudo está perdido. Poderemos falar sobre isso após o jogo.”

O brasileiro Joel Santana, técnico dos sul-africanos, deu a entender que o meia Steven Pienaar, só presente em cinco minutos da partida contra o Iraque, deve jogar contra a Nova Zelândia. Pienaar participou de todos os treinamentos realizados no Royal Bafokeng Sports Palace. Joel, após o treino, falou das eventuais dificuldades que o oponente pode oferecer: “A Nova Zelândia pode ter sido batida facilmente pela Espanha, mas estiveram três vezes à frente da Itália, no amistoso da última semana. Eles precisam vencer também, e são um bom time. Será duro.”

Do lado dos Kiwis, que serão eliminados da Copa das Confederações em caso de derrota em Rustenburg, quem falou foi o goleiro Glen Moss, que avaliou a atuação de sua seleção na partida contra a Espanha: “Demos tudo o que podíamos contra a Espanha. Sabíamos que seria duro, é o melhor time do mundo atualmente, e seria um milagre resistir a eles. A primeira coisa sentida foi desapontamento, já que nunca é legal perder, e menos ainda por um placar como 5 a 0. Mas é um placar lógico, porque há muita diferença de status e experiência entre eles e nós.”

Moss, então, focou as palavras na necessidade de reação contra os anfitriões: “Para nós, o torneio começa agora. Nosso objetivo real é tirar pontos de África do Sul e Iraque. Precisamos nos erguer e ir bem nas partidas em que ainda podemos conquistar pontos, começando nesta quarta.”

Foto de Equipe Trivela

Equipe Trivela

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