Guia Trivela da Copa das Confederações Brasil
Quem trabalha com estabelecimentos comerciais conhece o conceito de “soft opening”. É uma semi-abertura, para receber um pouco de público/clientes e testar um pouco o sistema de operação. Por exemplo, um hotel tem sua inauguração oficial marcada, mas faz uma “soft opening” (perdão pela repetição do anglicismo) algumas semanas antes, abrindo reservas para alguns quartos para a equipe ir afinando o trabalho.
Então, dá para dizer que a Copa das Confederações é a “soft opening” da Copa do Mundo. Não é preparação no sentido estrito, porque a demanda é incomparavelmente menor em diversos aspectos (e mostramos isso nesta reportagem). Mas serve de aquecimento, e para que todo mundo comece a entrar e sintonia para o que ocorrerá daqui um ano.
Isso vale para todos os agentes envolvidos com a Copa. Vale para o país-sede, que percebe o que precisa ser ajustado (e, pelo que temos visto, o Brasil terá uma lista enorme de ajustes a fazer). Vale para as seleções, que podem avaliar seu nível técnico em uma competição. Vale para a imprensa, que conhece a infraestrutura e ganha intimidade com os temas que rondarão a cobertura do Mundial. E vale até para o torcedor, que já vai entendendo o que é preciso fazer para acompanhar tudo de perto.
Aqui vai o aquecimento da Trivela. Para começar, apresentamos duas reportagens especiais, mostrando até que ponto a Copa das Confederações é realmente uma preparação para o país-sede e como as nações que receberiam o Mundial já criavam seus eventos-teste antes de a Fifa oficializar um. E, claro, a apresentação das seleções. E de um jeito mais profundo possível: todas as seleções, jogador por jogador. Assim,você sabe o que esperar de cada figura que entrar em campo (ou que estiver no banco como opção).
HISTÓRIA
Os precursores da Copa das Confederações
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ESPECIAL
Até que ponto a Copa das Confederações realmente testa um país?
AS SELEÇÕES
Grupo A
Brasil – Japão – México – Itália
Grupo B



