México

Um épico contra o América levou o Monterrey à decisão do Mexicano

Sem vencer o Campeonato Mexicano desde 2010, o Monterrey terá a chance de quebrar esse tabu. Passou pelo América, nas semifinais do torneio, e disputará a decisão contra León ou Pachuca. Depois de perder por 1 a 0, seu estádio lotou para assistir à partida de volta e certamente ninguém ficou decepcionado. Depois de algumas reviravoltas, o 4 a 2 foi selado apenas nos minutos finais.

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Aos 27 minutos da primeira etapa, Edwin Cardona abriu o placar, com um chute de fora da área. O gol do colombiano era suficiente para classificar o Monterrey, que havia feito a melhor campanha na temporada regular. Rogelio Funes Mori, porém, ampliou a vantagem, após bela jogada de Carlos Sánchez.

O América não estava morto. Havia vencido o jogo de ida por 1 a 0, e caso marcasse, iria à final pelo gol marcado fora de casa. O técnico Ignacio Ambriz fez mudanças na equipe e colocou Michael Arroyo em campo. Ele foi às redes em uma cobrança de falta da entrada da área, aos 18 minutos do segundo tempo.

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A criançada chorou com a virada do Monterrey (Foto: Bruno Miotto)

O Monterrey voltou a ficar em vantagem com um golaço de Sánchez, que dominou o passe na entrada da área e soltou um míssil, no ângulo do goleiro Hugo González. Mas, em outra cobrança de falta, Arroyo descontou para o América, que mais uma vez passava à decisão, com a derrota por 3 a 2.

Eis que, a sete minutos do fim, o árbitro marcou pênalti em um toque de mão de Samudio, dentro da área, embora a bola tenha batido mais no ombro do jogador do América. Sem se importar com isso, Cardona executou a cobrança, fez 4 a 2 para o Monterrey e concretizou a incrível vitória dos Rayados, que valeu vaga na decisão do Campeonato Mexicano.

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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