México

Ok, nada demais

 Antes de falar sobre a seleção paraguaia, é preciso citar a Itália. Afinal, a Azzurra tem tradição em começar mal a Copa do Mundo e embalar ao longo da competição, por mais que o atual time seja bem criticado. Feita a introdução, vamos ao Paraguai.

O empate obtido na estreia foi importantíssimo. No Grupo F, a expectativa geral é que paraguaios e italianos avancem para as oitavas de final, e essa partida era fundamental para definir o primeiro colocado – pelo menos na teoria. Como a Itália não costuma marcar muitos gols, a Albirroja se credenciou a ficar com o primeiro lugar da chave. Basta melhorar o meio e o ataque.

A equipe do técnico Gerardo Martino não fez um jogo ruim, mas se quiser sonhar um pouquinho na Copa precisa melhorar o sistema ofensivo. Como as notas dadas pela Trivela mostram, os meias e atacantes paraguaios não fizeram nada além do normal. Tiveram pouca criatividade e raramente tentaram uma jogada de efeito ou algo que fugisse do habitual “bola na área”.

A maior esperança do time está na frente. Afinal, Lucas Barrios e Óscar Cardozo são jogadores talentosos e que podem fazer a diferença em uma partida de Mundial. O segundo ainda não está totalmente recuperado de lesão.

A defesa, por sua vez, foi eficiente. Tanto que o gol da Itália surgiu em uma falha individual, cometida pelo goleiro Justo Villar. Aliás, o arqueiro do Valladolid pode ser a pedra no sapato do time paraguaio. É fraco.

A tendência, realmente, é que o Paraguai avance às oitavas de final. Para isso, terá que melhorar o futebol apresentado para derrotar Eslováquia e Nova Zelândia. E se conseguir fazer isso – a melhora e a classificação – pode até sonhar com um lugarzinho nas quartas de final. Só que, nesse caso, o primeiro lugar do Grupo E é necessário.

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Equipe Trivela

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