México

Lição para vida: nunca bata um pênalti com cavadinha no último lance de um clássico empatado

O dérbi de Guadalajara estava empatado em 1 a 1 quando, aos 50 minutos do segundo tempo, o Atlas teve um pênalti a seu favor. Estava a 11 metros de bater o Chivas. O meia Arturo González, 20 anos, assumiu a responsabilidade. Um ato de coragem, mas a confiança subiu à cabeça. O garoto decidiu bater de cavadinha e facilitou a defesa do goleiro Luis Michel. A torcida deve estar querendo a sua cabeça. Por outro lado, certamente González aprendeu uma lição para a vida: nunca bater um pênalti desse jeito no último lance de um clássico.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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