Jogadores do Inter destacam campanha difícil

Ausente no primeiro título do Internacional no Mundial de Clubes, o zagueiro e capitão da equipe, Bolívar, garantiu nesta quarta-feira, após a conquista do bicampeonato da Copa Libertadores, que ficará no clube para tentar ajudá-lo a também se sagrar bi mundial.
O jogador, que levou o filho ao gramado para presenciá-lo levantar o troféu da competição sul-americana, lembrou da adversidade enfrentada pelo Inter na final de hoje contra o Chivas, quando o time gaúcho chegou a estar perdendo por 1 a 0.
“No primeiro tempo tivemos um placar adverso, mas conseguimos revertê-lo”, disse Bolívar pouco depois do apito final.
Já o atacante Leandro Damião, que entrou no segundo tempo no lugar de Rafael Sóbis e marcou um dos gols decisivos, atribuiu o triunfo “à união do grupo” e destacou o caminho “difícil” enfrentado pelo Colorado até a final.
O goleiro argentino Roberto Abbondanzieri, atualmente na reserva de Renan, afirmou que o título da Libertadores lhe permite “encerrar” sua carreira no fim do ano da melhor forma possível.
Sandro, que deixará a equipe nos próximos dias para atuar pelo Tottenham, disse que “sempre” sonhou em ser campeão da Libertadores.
“Este é um momento que me marcar para sempre”, explicou o volante, que tem boas chances de ser convocado nesta sexta-feira pelo técnico Mano Menezes para os próximos amistosos da seleção brasileira.
O argentino Pablo Guiñazú, um dos jogadores do Inter de maior regularidade nas últimas temporadas, dedicou o título à sua família e aos técnicos da campanha, desde o uruguaio Jorge Fossati ao atual, Celso Roth.
Artilheiro do time na Libertadores, com seis gols, o meia Giuliano assegurou que, apesar de ter ficado na reserva na maior parte da campanha, recebeu respaldo de Roth.
“Acho que respondi às expectativas. Estou muito feliz e agora o objetivo é chegar à seleção. Espero continuar bem no Inter”, finalizou. (EFE)



