México

Estudante de 22 anos morre após agressão de dois jogadores do Necaxa

O estudante Luis Rodolfo Mariscal López, que apanhou violentamente de dois jogadores do Necaxa, morreu nesta terça-feira aos 22 anos por consequência das agressões que sofreu do uruguaio Luis Gorocito e do mexicano Alejandro Molina, em 16 de agosto.

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O caso aconteceu nas primeiras horas do domingo, no estacionamento do Centro Comercial Plaza Los Arcos, em Aguascalientes. Gorocito e Molina agrediram verbalmente a prima de Mariscal López, que tentou defendê-la. Os jogadores, então, jogaram-no ao chão e o golpearam diversas vezes na cabeça.

Mariscal sofreu três fraturas no crânio, precisou passar por nove cirurgias e ficou um bom tempo em coma induzido. No começo de setembro, tinha dificuldades para falar, por causa de uma traqueotomia, e para mexer a perna e o braço do lado esquerdo.

No entanto, havia retomado a consciência, comunicava-se com os familiares e estava até começando a caminhar. A recuperação animava os médicos que disseram ao El Universal que seu caso era especial e que “muitas vezes na medicina acontecem coisa surpreendentes”.

Ele ainda tinha um longo caminho de recuperação pela frente, e o mais provável era que ficasse com sequelas até o fim da vida, e ela veio muito mais rápido do que se esperava. No final da última segunda-feira, Mariscal López chegou ao hospital Hidalgo com uma ambulância, sofrendo de insuficiência respiratória, e morreu na terça-feira.

Os dois jogadores estão presos e suspensos pelo Necaxa desde que foram identificados como os autores das agressões que Mariscal sofreu. Defensor, Molina, 27 anos, passou por Monterrey, Veracruz, Tijuana, Correcaminos, Mérida e Dorados antes de chegar ao clube que defende atualmente. Gorocito, 23, começou no Racing, do Uruguai, e chegou ao México ano passado. Ambos, agora, enfrentam acusações de homicídio.

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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