México

Em noite de Fábio, decisão fica no 0 a 0

No primeiro jogo da decisão da Copa Libertadores entre Estudiantes e Cruzeiro, o estádio Ciudad de La Plata testemunhou um empate em 0 a 0.

O resultado trouxe um pouco mais de conforto à equipe brasileira, que só necessita de vitória simples no dia 15, em Belo Horizonte, para assegurar seu terceiro título na competição. Aos Pinchas, também resta buscar a vitória. Novo empate força a disputa de prorrogação, e, persistindo a igualdade, pênaltis. A regra dos gols fora de casa não se aplica na final.

No primeiro tempo, Fábio salva o Cruzeiro

A partida começou alguns minutos atrasada, devido ao excesso de fumaça no estádio, causada pelos sinalizadores acesos pela torcida do Estudiantes. Desde o início, os donos da casa encurtavam espaços, marcando a saída de bola cruzeirense.

Aos 11 minutos, o primeiro momento mais agudo: em falta nas proximidades da grande área, Verón fez boa cobrança e Fábio saltou para defender, espalmando a bola por cima do travessão.

Apenas cinco minutos depois, o Estudiantes voltou a trazer perigo à meta do goleiro da Raposa. Recebendo passe de Fernandez, Perez completou de primeira, pela direita, quase na pequena área, e Fábio, à queima-roupa, mandou novamente a bola para fora.

O Cruzeiro, por sua vez, começou a tocar mais a bola, e chegou pela primeira vez aos 27 minutos. Após falta de Schiavi sobre Ramires, Wagner fez a cobrança, a defesa do Estudiantes rebateu, e Leonardo Silva cabeceou para fora.

Entretanto, ao fim da etapa inicial, Fábio salvou o Cruzeiro, novamente. Aos 44 minutos, Verón arriscou novo chute, desta vez com bola rolando, e o arqueiro cruzeirense defendeu de novo.

Na etapa complementar, emoção no começo e no fim

O time anfitrião manteve o ritmo ofensivo, no começo do segundo tempo. Logo aos dois minutos, Boselli recebeu a bola de frente para o gol e arrematou, mas Fábio espalmou novamente. No escanteio subsequente, cobrado pela esquerda, outro milagre de Fábio, que defendeu, quase dentro do gol, o cabeceio de Leandro Desábato.

A reação do Cruzeiro veio aos seis minutos: após cruzamento de Wagner, Wellington Paulista tentou o cabeceio, mas caiu na área. Os jogadores da equipe brasileira protestaram contra o árbitro uruguaio Jorge Larrionda, pedindo a marcação do pênalti.

Entretanto, o restante da etapa caracterizou-se por um estilo mais retraído e truncado, com várias jogadas fortes – como aos 12 minutos, quando, em disputa aérea pela bola, Verón e Ramires chocaram suas cabeças, e o argentino sangrou na face, tendo de receber curativo.

A emoção retornaria somente nos minutos finais. Aos 34 minutos, em contra-ataque bem feito, Gerson Magrão cruzou da esquerda, Andújar saiu mal do gol e a bola sobrou para Kleber, livre na área, com o gol vazio. Porém, o chute de canhota saiu aberto demais, indo pela linha de fundo.

Aos 38, após cruzamento da esquerda, Leonardo Silva ajeitou de cabeça, e Wellington Paulista arrematou, novamente para fora. A última tentativa do Estudiantes veio aos 44, com Salguero aproveitando erro da zaga cruzeirense e chutando cruzado. A bola passou rente à trave de Fábio. E o 0 a 0 permaneceu no placar.

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Equipe Trivela

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