Inglaterra

Matheus Cunha brilha longe do gol e artilheiro pede passagem no United em nova vitória

Red Devils vencem Everton pela contagem mínima pela Premier League e chegam a 5 vitórias em 6 jogos com Carrick

Mais uma partida do Manchester United sob o comando de Michael Carrick nesta segunda-feira (23), outra vitória. Pela 27ª rodada da Premier League, no Estádio Hill Dickinson, os Red Devils venceram, no sufoco, o Everton, 1 a 0, e acumulam cinco triunfos e um empate nos seis jogos com o novo treinador.

A vitória de margem pequena veio com a participação essencial de Matheus Cunha. O brasileiro iniciou o contra-ataque do gol aos 25 minutos do segundo tempo quando, do campo de defesa, lançou Mbeumo nas costas da defesa antes do camaronês servir Benjamin Sesko.

O camisa 10, atuando como ponta esquerda sem bola — mas com liberdade para flutuar no momento ofensivo –, jogou bem também na recomposição, se dedicando para atrapalhar as subidas de Garner e ser um apoio a Shaw no duelo contra Ndiaye, um dos melhores dribladores da liga.

O maior destaque, no entanto, fica para o artilheiro do dia. Sesko chegou ao terceiro gol saindo do banco de reservas nas quatro últimas partidas. O ataque titular do United atualmente, além de Cunha na esquerda, conta com Mbeumo de centroavante móvel e Diallo na ponta direita.

O esloveno, inclusive, se reinventou desde a saída de Ruben Amorim, que deu o aval para sua contratação no meio do ano passado, mas só ajudou o atacante a marcar dois gols. Após a demissão do português, também em jogos com o interino Darren Fletcher, Sesko marcou seis vezes.

1º tempo de poucas chances tem United um pouco superior

Foi uma etapa inicial muito estudada e, apesar de intensa, de poucas chances. Se alguém foi melhor, foi o lado visitante, tendo o domínio da bola e se ocupando do campo de defesa do adversário, também finalizando mais vezes.

Os chutes, em sua maioria, porém, foram sem perigo, como as batidas de Mbeumo e Bruno Fernandes de longe. Dalot foi quem mais se aproximou ao arriscar e quase acertar a trave. Aos três minutos, a melhor chance: em sobra de chute de Matheus Cunha na área, Diallo finalizou, Pickford desviou e a bola ia entrando até que Tarkowski tirou.

O Everton, que só arriscou contra o gol de Lammens duas vezes, teve um breve momento positivo no fim do primeiro tempo, tendo mais a bola. Foi quando Garner, em falta de longe, obrigou boa defesa do goleiro do United.

Ndiaye, do Everton, e Bruno Fernandes, do United
Ndiaye, do Everton, e Bruno Fernandes, do United (Foto: Imago)

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Everton, apesar de gol sofrido, merecia o empate

Com segundos, os Toffees mostraram que fariam 45 minutos finais diferentes. Em jogadaça de Ndiaye, Dewsbury-Hall recebeu na área e rolou para Armstrong, de primeira, chutar colocado, exigindo de Lammens outra defesa importante. O arqueiro belga, inclusive, também salvou quando, em batida de fora, Keane mandou a bola no ângulo e George também de longe.

As duas últimas intervenções do goleiro do United ocorreram em momento em que o Everton pressionava, ocupava o campo de ataque e merecia marcar. Não aconteceu. Sorte do United que marcou e ainda quase fez com Mbeumo em chute isolado na pequena área e outro com Sesko, que tentou driblar Pickford e perdeu a bola.

Foto de Carlos Vinicius Amorim

Carlos Vinicius AmorimRedator

Nascido e criado em São Paulo, é jornalista pela Universidade Paulista (UNIP). Já passou por Yahoo!, Premier League Brasil e The Clutch, além de assessorias de imprensa. Escreve sobre futebol nacional e internacional na Trivela desde 2023.

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