O Campeonato Brasileiro Feminino de 2020 foi encerrado no domingo, quando o Corinthians conquistou o seu segundo título contra o Avaí, na , em . A final teve um fator inédito: foi transmitido de três formas diferentes: pela TV aberta, na Band; na TV fechada, na ESPN ; e na internet, pelo Twitter @BRFeminino. O futebol feminino ganhou força e isso é parte de um processo de mudança que gradualmente está acontecendo no mundo, mas também no Brasil, especificamente.

Um dos grandes problemas para o futebol feminino ao longo da história está na gestão. Primeiro, a de prioridade; segundo, a falta de que participem da gestão. Ainda é incipiente, mas estamos vendo mudanças a partir de quem tem essa responsabilidade, a CBF.

Primeiro, a CBF escolheu Pia Sundhage como técnica da seleção brasileira feminina em julho de 2019. Depois, trouxe Aline Pellegrino, que fazia bom trabalho na , para ser coordenadora de competições do futebol feminino.

Além disso, escolheu Duda Luizelli como coordenadora de seleções. Mulheres no comando, que também gerou mudanças subsequentes: Jonas Urias se tornou o técnico da seleção , com Jessica Lima como sua auxiliar, e na sub-17, Simone Jatobá assumiu o comando. Mais mulheres entraram nas comissões técnicas.

Em entrevista à Betway, Aline Pellegrino contou sobre as mudanças que estão acontecendo, a comparação com a sua época de jogadora e como estão as perspectivas para o futuro. Assista à entrevista abaixo: