Europa

Partizan exige volta de jogadores das Olimpíadas

O Partizan pediu para os meias Doran Tosic e Ljubomir Fejsa deixarem a seleção olímpica da Sérvia e retornarem para a equipe. O clube deseja contar com ambos para enfrentar o Fenerbahçe, pela terceira fase preliminar da Liga dos Campeões.

“Solicitamos à seleção para que liberasse os dois atletas e providenciasse um vôo imediato para que eles possam se preparar para o jogo de ida contra o Fenerbahçe, na quarta-feira. Realmente desejamos um bom desempenho da Sérvia nas Olimpíadas, mas não temos escolha. Nossos principais jogadores estão suspensos ou machucados”, afirmou Marko Vjetrovic, porta-voz do clube, em entrevista à agência de notícias Reuters.

Tosic e Fejsa participaram da estréia da Sérvia no torneio olímpico de futebol, nesta quinta-feira, no empate por 1 a 1 com a Austrália. Caso eles retornem ao clube, desfalcarão a equipe nos confrontos contra Argentina e Costa do Marfim.

“Pedi ao clube para não liberá-los para as Olimpíadas e preferia que eles nunca tivessem viajado para a China. Para mim, os interesses do Partizan vêm em primeiro lugar”, comentou o técnico Slavisa Jokanovic.

Nesta semana, o Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) deu ganho de causa a Barcelona, Werder Bremen e Schalke 04. Os três clubes haviam procurado o órgão para obter a liberação de Lionel Messi, Diego e Rafinha, respectivamente. Os três foram convocados por suas respectivas seleções para a disputa dos Jogos Olímpicos. Embora tenham vencido a briga, os clubes cederam seus atletas para a competição.

A Fifa havia determinado que os clubes eram obrigados a liberar seus jogadores com idade olímpica convocados por suas seleções para as Olimpíadas. A entidade também orientou os times no sentido de facilitar a cessão de atletas acima desta idade (nos Jogos, cada equipe pode contar com até três membros com mais de 23 anos). 

A Trivela.com decidiu publicar este conteúdo sobre o torneio olímpico de futebol porque entende que seus leitores não podem ser privados de informações sobre uma competição importante. Contudo, a Trivela condena categoricamente o regime chinês e entende que é um absurdo o Comitê Olímpico Internacional se curvar à pressão econômica de uma ditadura que não respeita os direitos humanos, liberdade de imprensa e meio-ambiente. Saiba mais sobre os crimes cometidos visitando os sites dos Repórteres sem Fronteiras e da Anistia Internacional. 

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Equipe Trivela

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