Espanha 4×0 Itália: Notas Trivela

Espanha
Iker Casillas – Esteve seguro e mostrou mais uma vez que é um goleiro de alto nível. Fez ao menos duas excelentes defesas e garantiu a meta espanhola intacta. 7
Álvaro Arbeloa – Fez o básico e nada mais. Até porque não tem mais a oferecer. 6
Sergio Ramos – Seguro na zaga, fez o que podia. Atuação tranquila do defensor. 6,5
Gerrard Piqué – Assim como o companheiro de zaga, foi seguro e esteve bem na marcação do ataque italiano. 6,5
Jordi Alba – Fez uma excelente Eurocopa, dominou uma posição carente na seleção há muitos anos. Apareceu e marcou um gol importante. 7,5
Sergio Busquets – O seu papel é o de marcação. E isso ele fez bem. Além, claro de fazer com que o toque de bola espanhol se mantivesse. 6
Xabi Alonso – Teve uma atuação tranquila e, mais uma vez, foi o maior passador do time em quantidade. Tornou-se uma parte importante do estilo espanhol. 7
Xavi – Atuação digna do seu tamanho no futebol espanhol. Manteve a eficiência, mas foi mais incisivo e participativo que outros jogos. Chutou, participou e deu assistências. Deu cinco passes que viraram chances de gols. Um monstro. 9
David Silva – Teve no jogo uma participação parecida com o do resto da Euro. Importante em dribles e passes para criar jogadas e ainda marcou um gol. 7,5
Pedro – Entrou no início do segundo tempo para dar velocidade ao time, que tinha o contra-ataque. Colocou correria em campo, como esperado. 6,5
Andrés Iniesta – Foi muito bem em passes, sua especialidade, mas foi além disso para alcançar uma atuação excelente e ser decisivo. 8,5
Juan Mata – Entrou no final do jogo e ganhou um presente de Torres, marcando um gol logo na sua estreia na Euro. 6,5
Cesc Fàbregas – Foi o principal jogador do time no primeiro tempo. Fez o papel de falso nove e foi muito mais do que isso. Uma assistência e participações importantes enquanto esteve em campo. 9
Fernando Torres – Entrou no segundo tempo, marcou um gol, deu uma assistência e termina como artilheiro da Euro com quatro gols e menor número de minutos em campo. 7,5
Técnico: Vicente Del Bosque – Escalou novamente a Espanha sem um centroavante, mas seu time com o toque de bola “chato” deu lugar a um time que se arriscou no ataque, tomou a iniciativa, deu chutão e soube contra-atacar, além do jogo de passe dominante que o caracteriza. 7,5
Itália
Gianluigi Buffon – Não teve culpa em nenhum dos gols e ainda fez uma grande defesa. Ficou à mercê das finalizações sem chances de defesa. 6,5
Ignazio Abate – Mostrou raça, especialmente na marcação e quando salvou um gol certo da Espanha com um carrinho. Não foi suficiente. Sofreu para marcar os adversários. 6
Andrea Barzagli – Não manteve o bom nível que esteve na temporada. O melhor zagueiro do Campeonato Italiano errou e deu espaços. 4,5
Leonardo Bonucci – Foi um pouco melhor que o companheiro de zaga, teve uma bola que bateu na sua mão que poderia ter sido um pênalti para a Espanha. 5
Giorgio Chiellini – Vinha mal na partida, perdeu para Fàbregas no lance do primeiro gol e saiu machucado. 5
Federico Balzaretti – Entrou no primeiro tempo e melhorou a saída de bola pelo lado esquerdo. Mas não foi mais do que isso. 5,5
Andrea Pirlo – Ficou abaixo das atuações no resto da competição. Tentou organizar a saída de bola italiana e teve bom primeiro tempo. Caiu no segundo. 6
Claudio Marchisio – Absolutamente sumido na partida, como esteve em boa parte da Eurocopa. Ficou em campo, mas na maior parte do jogo era como se não estivesse. 4
Daniele De Rossi – Teve qualidade no passe, foi firme na marcação e tentou sair para o jogo no segundo tempo, mas saída de Thiago Motta matou o time. 6,5
Riccardo Montolivo – Participou muito pouco da partida. Teve um chute a gol no primeiro tempo, passou a bola, mas nada suficiente para melhorar o time. 4,5
Thiago Motta – Entrou e em dois minutos, se machucou. Sem nota.
Antonio Cassano – Chegou a buscar bastante o jogo no primeiro tempo, tentou e chutou a gol, mas não levou perigo ao gol adversário. Deixou o campo no intervalo. 5,5
Antonio Di Natale – Conseguiu melhorar a Itália nos minutos iniciais do segundo tempo, quando entrou em campo. 6
Mario Balotelli – Não conseguiu ter a grande atuação que chamou a atenção do mundo como foi contra a Alemanha, embora não tenha faltado esforço. 5,5
Técnico: Cesare Prandelli – Não ousou nas alterações, além de ter usado a última substituição muito cedo. Acabou dando azar de ver Thiago Motta se machucar e ficar com um a menos boa parte do segundo tempo. 5

