Eurocopa

Comitê de Seleções da Uefa sugere que convocações para a Euro 2020 tenham 26 jogadores, três a mais que o usual

A Euro 2020 pode provocar uma oportunidade extra aos jogadores que concorrem à convocação. O Comitê de Seleções da Uefa recomendou que as listas de cada equipe tenham 26 atletas, e não mais 23, como de praxe nas competições internacionais. A informação é repercutida por diferentes veículos, como o jornal The Times e o site The Athletic, embora não tenha sido oficializada. Esta seria uma maneira de reduzir os possíveis impactos da pandemia na competição.

O Comitê de Seleções avalia que o aumento dos elencos pode ajudar na preparação das equipes, considerando as circunstâncias do futebol neste momento. Além da propensão às lesões, gerada por uma temporada encurtada, também existem os riscos de que infecções por COVID-19 aconteçam nas equipes durante a Eurocopa. Por mais que o protocolo sanitário prometa ser restrito, os jogadores estarão expostos a viagens entre países, em situações distintas no combate à pandemia.

Alguns treinadores já tinham se posicionado favoravelmente quanto à ampliação das listas, incluindo Roberto Mancini e Roberto Martínez. O comandante da Bélgica afirmou: “É uma coisa boa a se fazer. Acho que é algo necessário. Corresponderia às mudanças feitas diante da situação do futebol mundial – com cinco substituições, a incerteza de um surto no elenco e o nível extra de lesões. Seria uma boa coisa”.

Com mais três atletas, o Comitê de Seleções analisa que os treinadores terão melhores possibilidades de manejar seus elencos e suprir desfalques. A Euro 2020 também manterá as cinco substituições durante os 90 minutos. A alteração no total de convocados ainda precisaria ser aprovada pelo Comitê Executivo da Uefa – o que, segundo o The Times, seria mera formalidade. A Euro 2020 terá seu pontapé inicial em 11 de junho. As seleções precisarão confirmar seus 23 (ou 26) jogadores até 1° de junho.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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