Eurocopa

Com mais um gol de Lukaku, Bélgica confirmou primeiro lugar do grupo sem grandes problemas

Após um primeiro tempo mais morno, a Bélgica intensificou a pressão e bateu a Finlândia por 2 a 0

Roberto Martínez rodou o seu elenco para enfrentar a Finlândia e, como tem um elenco daqueles, isso significou um time titular que ainda contava Kevin de Bruyne, Eden Hazard e Romelu Lukaku. Apesar de ter resistido bravamente, com boas defesa do seu goleiro Lucas Hrádecky, a Finlândia acabou sucumbindo ao poder de fogo dos belgas. Derrotada por 2 a 0, ficou em terceiro lugar no Grupo B e agora aguarda as definições dos outros grupos para saber se avançou ou não às oitavas de final.

Mudanças na Bélgica

Havia a possibilidade de poupar Lukaku, mas, fominha, ele saiu de campo apenas depois de colocar o seu nome no placar – três minutos depois. Foi seu terceiro gol na Eurocopa. Voltando de lesão, Kevin de Bruyne e Axel Witsel começaram jogando para ganhar ritmo. Martínez também iniciou Eden Hazard, além de Leandro Trossard e Nacer Chadli nas alas. A defesa teve Jason Denayer, Dedryck Boyata e Thomas Vermaelen.

Primeiro tempo morno

O empate era um ótimo negócio para a Finlândia, especialmente à medida em que ficava claro que a Dinamarca dominava a Rússia na outra partida do grupo. Garantiria a vaga em quarto lugar. Defender é mesmo sua especialidade e foi apenas isso que fez no primeiro tempo: zero finalizações. Sorte que a Bélgica não estava muito mais inspirada.

Aos 15 minutos, Lukaku recebeu um magnífico passe de De Bruyne nas costas da defesa e bateu cruzado rente à trave. Mas estava levemente impedido. O atacante da Internazionale buscava jogo, e De Bruyne tentava encontrá-lo, como aos 37 minutos, com um passe por elevação. A cabeçada foi fraca demais.

A melhor chance da etapa foi aos 42 minutos, com outra novidade. O garoto Jérémy Doku, formando o trio de ataque com Hazard e Lukaku, recebeu pela esquerda, entrou na área e bateu colocado. Hrádecky fez uma grande defesa para impedir o primeiro gol da Bélgica.

Azar de Hrádecky, sorte da Bélgica

A pressão se intensificou depois do intervalo, mas a Bélgica pecou muito nas finalizações, fracas, fáceis para Hrádecky, ou sem direção. Hazard, embora não tenha acertado tudo que tentou, pelo menos se mostrou bastante participativo. A Finlândia teve um pouco mais de saída, sem realmente causar problemas a Courtois.

Aos 20 minutos, De Bruyne botou a bola no lugar certo para Lukaku dominar na marca do pênalti e, livre, bater no canto de Hrádecky para abrir o placar. Estava, no entanto, um milímetro impedido. Apenas a ponta da chuteira. Com revisão do assistente de vídeo, o gol foi anulado. Mas pouco depois, sorte da Bélgica. De Bruyne cobrou escanteio da esquerda, Vermaelen cabeceou para o chão e acertou a trave. A bola voltou na direção de Hrádecky, pegou na sua mão esquerda e cruzou a linha.

Para garantir o primeiro lugar de vez, a Bélgica ampliou com um contra-ataque em baixíssima velocidade. De Bruyne pegou a bola antes do meio-campo e carregou caminhando. Após um calma troca de passes, De Bruyne acionou Lukaku na marca do pênalti com um toque com a parte de fora do pé. O centroavante dominou girando com a perna esquerda e emendou um chute forte com a direita para fechar o placar.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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