Champions League

Este gráfico dimensiona o feito de Cristiano Ronaldo e Messi na tomada do ranking de artilheiros da Champions

Antes de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, um jogador marcar 20 gols ou mais na temporada significava um ótimo desempenho, até que a dupla chegou e quebrou todo paradigma do que é um verdadeiro artilheiro. O novo patamar estabelecido pelo português e pelo argentino se torna ainda mais notável neste gráfico animado mostrando a progressão dos maiores artilheiros da história da Champions League, no período entre 2003 e 2019.

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No início da contagem, em outubro de 2003, Raúl, com 43 gols, liderava a lista, com Del Piero (31) e Ruud van Nistelrooy (30) completando o pódio. Messi aparece pela primeira vez no top 10 em janeiro de 2011, com 31 gols, quando Raúl tinha 68 gols. Em novembro de 2011, quando Cristiano Ronaldo havia começado sua terceira temporada pelo Real Madrid, o português surge pela primeira vez no top 10, com 30 gols (enquanto Messi tinha 43, e Raúl, 71), e a partir de então podemos ver uma ascensão meteórica da dupla.

É fascinante observar a maneira como vão deixando nomes históricos do futebol europeu para trás, com o ano de 2015 já começando com ambos à frente de Raúl.

Atualmente, a contagem traz Cristiano Ronaldo liderando a lista de artilheiros históricos da Champions League com 126 gols, e Messi em segundo lugar, com 112 gols. Dos jogadores ainda em atividade, o que chega mais perto dos dois é Benzema, com 60 gols, em quarto lugar, enquanto Raúl segue como o terceiro maior artilheiro, com 71 gols.

A dimensão do feito do português e do argentino fica muito clara no gráfico abaixo, e é incrível pensar que estes números vão só subir, ainda que provavelmente em ritmo desacelerado.

Foto de Leo Escudeiro

Leo Escudeiro

Apaixonado pela estética em torno do futebol tanto quanto pelo esporte em si. Formado em jornalismo pela Cásper Líbero, com pós-graduação em futebol pela Universidade Trivela (alerta de piada, não temos curso). Respeita o passado do esporte, mas quer é saber do futuro (“interesse eterno pelo futebol moderno!”).

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