Europa

Anderlecht ganha clássico com gol no último segundo para espantar a crise

Depois de um começo perfeito de temporada, com quatro vitórias nas quatro primeiras rodadas do Campeonato Belga, o Anderlecht caiu de produção. Sofreu três derrotas, uma delas para o Sparta Trnava, pela Liga Europa, e apenas empatou com o Antwerp. Os torcedores prepararam faixas para cobrar a diretoria, no clássico contra o Standard Liège, e a resposta foi muito boa: vitória por 2 a 1, de virada, com gol nos últimos segundos. 

O Anderlecht teve a primeira chance do jogo, um cruzamento de Ryota Maryoka, que encontrou Pieter Gerkens, mas Ochoa agarrou. Os donos da casa eram dominantes, mas pecavam nas finalizações. O Standard Liège acabou tendo uma boa chance, quando o centro de Moussa Djenepo desviou em Mehdi Carcela e chegou a Renaud Emond. Thomas Didillon conseguiu fazer a defesa. Pouco antes do intervalo, porém, Djenepo abriu o placar. 

A virada começou logo nos primeiros minutos do segundo tempo, com Ivan Santini anotando seu oitavo gol no campeonato, com uma bela finalização. Nos acréscimos, nos últimos segundos da partida, o zagueiro Bubacarr Sanneh atacou uma cobrança de escanteio para dar a vitória ao Anderlecht. 

Michel Preud’homme, técnico do Standard Liège, culpou o físico dos seus jogadores. “Nós tentamos pressionar alto no gramado. Fizemos isso bem durante o primeiro tempo, assim como em parte do segundo. Mas duas oportunidades foram convertidas, provavelmente por causa de fatiga ou falta de concentração. É óbvio que temos um problema físico que estamos tentando reduzir. Temos que manter o mesmo nível por 90 minutos”, disse. 

O Club Brugge lidera o Campeonato Belga, com 22 pontos, seguido pelo Genk, com 20. O Anderlecht aparece agora na terceira posição, com 16, e o Standard Liège é apenas o oitavo, com 12. 

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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