Objetivos ‘fáceis’ e ajuda do Manchester City: o desespero do Barcelona para sair da crise financeira
Com situação financeira complicada, time espanhol mira para todo lado nas negociações para encontrar uma saída.
Que a situação financeira do Barcelona não é das melhores, não é novidade. Mas o imbróglio sobre qual será a próxima fornecedora esportiva do clube, uma disputa protagonizada por Nike e Puma – que já está quase virando um leilão -, pode amenizar um pouco a situação.
O time espanhol e a marca americana estão bem próximos de renovar os votos de um casamento que começou no fim da década de 1990. O relacionamento esteve por um fio, e ficou bem próximo de ter um final não tão feliz para a Nike, já que o time Culé não anda muito contente com os termos do contrato vigente e cogitou trocar seu fornecedor.
Agora, parece que as coisas estão tomando outro rumo, e espanhóis e norte-americanos estão prontos para assinar um novo contrato. Mas algumas questões precisam ser resolvidas até lá.
Tempo de contrato, bônus e obrigações são a pedra no sapato da renovação entre Nike e Barcelona
Segundo publicação do portal catalão Mundo Deportivo, o novo contrato entre Barcelona e Nike depende da solução de alguns entraves na negociação. O primeiro deles é o tempo de duração. Os Culés pedem que a fornecedora aceite 10 anos no novo acordo, estendendo a parceria até 2034.
Já a empresa ofereceu 15 anos de contrato, com o fim em 2039. Ainda segundo a publicação, o que a Nike de fato quer é chegar em um meio-termo e assinar por 12 anos; por isso, eleva a pedida. Vale lembrar também que o contrato atual entre Nike e Barcelona tem validade até 2028.
Outro ponto de discussão é o bônus de renovação, que pode chegar a 150 milhões de euros, e o valor anual, que sobe para 90 milhões de Euros. Além deste, outro detalhe, e esse talvez um dos mais cruciais, ainda trava a negociação: os valores e as metas variáveis.
O clube – que já reclamou o valor que recebe por achar baixo demais – exige a retirada dos termos que impedem o cumprimento de algumas metas e fazem o valor do repasse ser ainda menor. Um deles é a obrigação de classificação, ao menos, para as quartas de final da Liga dos Campeões, meta considerada difícil pela diretoria.
Nas suas últimas quatro temporadas em Champions League, o Barcelona chegou às quartas-de-final apenas uma vez, este ano, mas acabou sendo eliminado pelo PSG. Nas temporadas 2021-22 e 2022-23 a equipe espanhola sequer passou da fase de grupos.
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Uma ajudinha é bem-vinda: em crise Barcelona descarta lateral e negocia com o City
A pouco mais de duas semanas da reapresentação do Barcelona para a temporada 2024-25, o técnico Hansi Flick e a diretoria Culé ainda têm muito o que fazer para organizar a casa e preparar o elenco.
A confirmação da saída de graça do lateral esquerdo Marcos Alonso para o Atlético de Madrid deixou o Barcelona com apenas Alejandro Balde como opção na posição, obrigando Flick a buscar outro jogador no mercado.
Porém, parece que a diretoria tem outros planos para os valores que sequer chegaram nas contas do clube. Durante reunião, ficou definido que, por enquanto, a prioridade é reforçar o meio-campo e ataque, promovendo o jovem Alex Valle, de 20 anos, para a segunda vaga na lateral.
Outra opção considerada é a possibilidade de usar o português João Cancelo improvisado, mas o clube ainda depende da benevolência do Manchester City em facilitar o retorno do jogador. O clube inglês, por outro lado, definiu que a continuidade de Cancelo no Barcelona vai depender do pagamento de 25 milhões de libras, valor da avaliação do jogador.



