Como a Copa do Mundo mudou completamente na minha TV em 28 anos
Desde 1998, Mundial viveu fases tão diferentes quanto marcantes na mídia brasileira e no jeito de ser visto e consumido pela televisão
Hoje este colunista pede licença para falar na primeira pessoa a partir de agora neste texto. A Copa do Mundo de 2026 será muito marcante em termos de transmissões e mudanças na mídia esportiva brasileira, com a Globo deixando de ter 100% da competição e praticamente metade dos jogos ficando exclusiva de um canal digital de streaming, a CazéTV.
Eu tenho 34, quase 35 anos de idade, nasci em maio de 1991, e apesar de ter alguns flashes bem raros de memórias de ver o tetracampeonato mundial com a minha família, em 1994, a primeira Copa do Mundo da qual me lembro bem foi a de 1998, realizada na França.
Aos sete anos, eu já tinha a paixão pelo futebol bem demarcada. Lia todo mês a revista “Placar”, via qualquer jogo que estivesse passando na TV aberta, e curti demais aquele Mundial, mesmo com o trauma do vice na derrota para a França na final.
Escrever este texto hoje tem a intenção de contar a história das Copas do Mundo na TV. Tal missão já foi cumprida com muita competência pelo Felipe dos Santos Souza nesta mesma Trivela em 2018, que contou desde os primeiros VTs até a era moderna. Aqui a ideia é relembrar como isso se aplicava na prática dos brasileiros por meio da minha experiência pessoal.
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Por exemplo, é muito comum a gente exaltar na memória o fato de a Copa de 1998 ter tido cinco opções em TV aberta: Globo, Band, SBT, Record e Manchete, além das transmissões em TV por assinatura, mídia que começava a ganhar corpo no Brasil, com ESPN e SporTV.
Mas, na prática, a teoria é outra. Na minha casa, em Santo André, as cinco “opções” mais se pareciam com cinco “chances”: o canal que estivesse pegando no dia seria o “escolhido”.
Mesmo a Globo, conhecida por ter seu sinal sintonizado com qualquer esponja de lã de aço no lugar da antena, vivia seus dias dramáticos na captação da anteninha que ficava no telhado do nosso lar há 28 anos.
A final da Copa de 1998 a gente viu com Galvão Bueno narrando na Globo, as outras opções eram Silvio Luiz no SBT, Luciano do Valle na Band, Paulo Stein na Manchete, e Luiz Alfredo na Record, isso falando de TV aberta, a única presente em casa há 28 anos.
O critério podia ser o gosto pessoal do meu pai com o controle remoto da nossa TV de uma marca hoje mal lembrada chamada Paxan, ou qualquer vento que mudasse a posição da antena e a qualidade do sinal.
Sem falar que a Globo não transmitia exatamente todas as partidas possíveis na Copa também. Arábia Saudita x Dinamarca, por exemplo, no terceiro dia, não foi exibido. A Band normalmente era quem cumpria a função de mostrar tudo — exceto as que aconteciam simultaneamente na última rodada da fase de grupos.
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Os mais jovens que começam a ver Copa do Mundo agora em 2026 talvez se surpreendam com essa lembrança, mas naquele tempo havia padronização de horários.
Os jogos das duas primeiras rodadas eram às 9h30, 12h30 e 16h, no horário de Brasília, e às 11h e 16h na terceira rodada, diariamente. No mata-mata, ficavam fixos às 11h30 e 16h. As semifinais e a final foram às 16h também.
Em 2002, a situação já era bem diferente. Com o fim do modelo que valeu de 1974 a 1998, quando a OTI (Organização da Televisão Ibero-Americana) comprava os direitos de transmissão das Copas diretamente com a Fifa e repassava a qualquer emissora que fosse filiada ao órgão, estivesse em dia com as anuidades e pagasse uma taxa no rateio da compra, agora era a Globo quem comprava sozinha o evento com a entidade máxima do futebol mundial.
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Com o mundo em crise econômica desde 1998, com efeitos fortes no Brasil a partir da disparada do dólar no ano seguinte, elevando com a moeda americana também as dívidas e contratos com entidades estrangeiras, ninguém ousou pagar o que a Globo queria para sublicenciar os direitos, ainda mais com o evento sendo realizado na Coreia do Sul e no Japão, com jogos de madrugada. Resultado: a Copa do Mundo de 2002 ficou exclusiva na TV Globo, em sinal aberto, e no SporTV, em canal pago.
Como eu seguia sem nem chegar perto de ter TV paga, a campanha do pentacampeonato mundial foi vista integralmente na Globo em minha casa. Jogos de madrugada. Os outros canais não podiam mostrar nem os gols livremente, havia regra para a quantidade de exibições, tempo limitado a 3 minutos de imagens por partida, e ainda por cima só poderiam mostrar com 24 horas de validade. Se o Brasil jogasse na manhã de uma terça-feira, os gols não poderiam mais aparecer nas concorrentes da Globo a partir da manhã de quarta.
Lembro de vários programas esportivos na Record e na Band sequer tendo as imagens na hora do almoço porque ainda não chegavam com a liberação da Globo em partidas que acabavam um pouco mais tarde naquelas manhãs.
Estudando de tarde na 5ª série (atual 6º ano) do Ensino Fundamental, eu me esbaldei. Como eu poderia simplesmente chegar em casa, tomar banho, jantar e dormir a partir das 19h30, 20h, e acordar às 3h, garantindo entre sete e oito horas de sono (que saudade), vi a Copa do Mundo inteira.
A melhor da minha vida, não tenho dúvida alguma, até agora.
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A TV ligava às 3h da manhã na Globo e seguia até o fim da manhã. Sozinha nas transmissões, a emissora tinha obrigação contratual de exibir o máximo possível de jogos.
Os horários fixos eram 3h30, 6h e 8h30. Só o terceiro dia de jogos, que precisou encaixar quatro partidas, teve um esquema diferente na fase de grupos, com partidas às 2h30, 4h30, 6h30 e 8h30 em um sábado para domingo.
Era um paraíso para quem tinha 11 anos e não apenas era apaixonado por futebol, como em 1998, mas já se encaminhava para decidir ser jornalista e viver disso.
A sensação de ouvir o bairro inteiro acordado e comemorando gols do Brasil nos jogos contra Costa Rica e Inglaterra, os dois que a seleção brasileira jogou às 3h30 da manhã, só perde para a lembrança maravilhosa do nosso — até hoje — último título mundial, conquistado na manhã de um domingo, 30 de junho de 2002, contra a Alemanha. O Brasil foi campeão por volta das 10h (o jogo começou às 8h) e o dia foi inteiro de festa.
Em 2006, na Copa organizada pela Alemanha, o cenário para mim foi o mesmo na TV. Enquanto a TV paga ganhava opções sublicenciadas ao SporTV, como ESPN, BandSports e DirecTV, a TV aberta, que seguia sendo a única disponível em casa, era exclusiva da Globo mais uma vez.
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Eu já tinha 15 anos, estava no 1º ano do Ensino Médio, que cursava de manhã na ETE (hoje Etec) Júlio de Mesquita, em Santo André, não tinha mais qualquer dúvida sobre ser jornalista, só queria saber da Copa, mas perdi algumas partidas daquele Mundial por acontecerem no fim da manhã pelo horário de Brasília.
As janelas fixas eram 10h, 13h e 16h, nas duas primeiras rodadas da fase de grupos, 11h e 16h na terceira rodada, e 12h e 16h nos mata-matas. A classificação da Itália naquele polêmico jogo com a Austrália nas oitavas de final, por exemplo, foi um jogo que começou ao meio-dia, e cujo primeiro tempo eu perdi.
Fosse hoje em dia, certamente eu teria visto pelo YouTube da CazéTV no ônibus de volta para casa pelo celular a partir da minha saída da escola às 12h20. Na época, a gente se virava com o que dava. Olhar a TV de algum restaurante ou bar no caminho para conferir o placar, ouvir no rádio, se rolasse ter um ainda de pilha, ou aqueles tocadores de MP3 (que eu não tinha ainda). É o que era possível fazer até chegar em casa, ligar a finalmente nova TV de 29 polegadas da Philips, e ainda rezar para o sinal da antena VHF estar bom.
Quatro anos depois, em 2010, eu já era estudante do segundo ano de jornalismo, tinha 19 anos de idade, mas ainda não trabalhava na área. Com um emprego em horário comercial, vi pouquíssimos jogos na íntegra daquela edição, marcada mais pela Jabulani, pela Shakira e pelo álbum de figurinhas do que pelo nível de futebol apresentado.
A essa altura da vida eu já tinha mudanças importantes na maneira de acessar a informação, a mídia e as transmissões. Desde o fim de 2006, tinha internet em casa. Um ano depois, em dezembro de 2007, veio a TV por assinatura. Em abril de 2010, dois meses antes da Copa, a minha primeira TV com conversor integrado, resolução HD e tela LCD.
Nas poucas partidas de sábados e domingos que eu conseguia ver em casa, além dos jogos do Brasil, quando éramos dispensados no trabalho, eu poderia escolher entre Globo, Band, SporTV, ESPN Brasil ou BandSports. Mas, de novo, havia alguns fatores interessantes e novos nessa conta.
A TV digital, com imagem linda, alta definição, um primor, tinha algo com o qual convivemos na era do streaming: o delay. Isso também acontecia na TV paga, que eu tinha desde 2007 por meio da antiga Telefônica TV Digital e sua antena mini parabólica, que tinha alguns segundos de atraso na entrega dos sinais em relação ao que meus vizinhos viam na TV aberta pelo VHF tradicional.
Fui impactado pela primeira vez no gol do Maicon, o primeiro do Brasil naquela Copa na estreia contra a Coreia do Norte, quando meu bairro inteiro gritou “gol” antes de ele sequer chutar na minha imagem em HD da TV aberta digital na Globo.
Começavam as minhas escolhas: ver com a melhor imagem, na Globo ou Band em HD digital, ver com as transmissões que eu gostava mais, no SporTV e na ESPN em resolução normal (SD) na TV paga, ou arriscar a imagem horrível do VHF para ver os gols sem atraso. Fui pelo delay digital. Tinham sido anos e anos de sofrimento com as anteninhas. Chega.
Os horários eram novamente fixos: 8h30, 11h e 15h30. Eu trabalhava das 8h às 17h e ainda ia para a faculdade de noite. Foi realmente a Copa que menos vi. Talvez por isso eu tenha tido mais raiva do “feriado” perdido com a derrota do Brasil para a Holanda nas quartas de final. Aquela seleção comandada pelo Dunga me “deve” um feriado até hoje. Brincadeira. Ou não.
Aí veio a Copa do Mundo de 2014, no Brasil, tudo muito bonito, eu já era jornalista formado, trabalhava no UOL Esporte, os jogos eram em horários de acordo com o nosso fuso, eu tinha 23 anos e finalmente trabalharia na cobertura de uma Copa. Não seria como imaginei, porém.
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Na mídia esportiva, a Globo novamente sublicenciou a Band na TV aberta, e na TV paga o SporTV teve a companhia de ESPN Brasil, Fox Sports e BandSports. Nas primeiras rodadas, os horários eram 13h, 16h e 19h. Houve um dia com quatro partidas seguidas, seguindo essa lógica e acrescentando a faixa das 22h.
Na terceira rodada, os jogos foram às 13h e às 17h, padrão adotado até as semifinais. A abertura também foi às 17h. A final foi em um domingo às 16h. Mas essa Copa eu vi quase toda em casa. Isso mesmo, eu trabalhava como jornalista, ia diariamente à redação do “UOL”, mas fui escalado no plantão da madrugada daquele mês inteiro.
Lembro de acontecimentos como a madrugada tensa pós-Brasil x Colômbia das quartas de final com muito trabalho para saber a situação do atacante Neymar após a lesão grave que o tirou do restante da Copa. Mas também de várias madrugadas só ficando na espera caso algo acontecesse, esperando o tempo passar.
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Eu saía às 8h da manhã, chegava em casa por volta de 9h45, 10h, e tinha três horas de sono disponíveis se quisesse ver a Copa inteira. Alguns jogos realizados às 13h eu simplesmente vi pela metade, tempo dividido com cochilos. Nessa edição, eu já tinha uma TV com resolução Full HD e um problema bem menor com delay, já que o bairro quase todo tinha trocado as anteninhas VHF pelo sistema digital. E convenhamos: não iria rolar spoiler dos sete gols da Alemanha na semifinal.
Em 2018, eu já vi a Copa do Mundo inteira fora de casa. Trabalhava como editor no “Torcedores.com” e acompanhei da redação todos os jogos e dias do evento realizado na Rússia. Os horários eram novamente padronizados, com faixas às 9h, 12h e 15h. Como eu entrava às 10h no trabalho, o primeiro tempo do primeiro jogo de cada dia era perdido no caminho. Houve um sábado com quatro jogos seguidos também, organizados às 7h, 10h, 13h e 16h.
Mas havia uma tecnologia importante, ainda engatinhando e difícil, mas melhor do que o radinho de 2006: a internet no meu smartphone. Travava, caía, dentro do metrô era impossível usar, mas as transmissões do app Canais Globo, que exibia a programação do SporTV para assinantes logados de operadoras de TV paga, salvaram a pátria em alguns momentos com a rede 3G no celular.
Isso foi necessário só nas duas primeiras rodadas. Da terceira rodada em diante, os horários foram padronizados às 11h e às 15h. A final foi em um domingo ao meio-dia. O Brasil parou na Bélgica nas quartas de final. A Globo voltou a transmitir sozinha na TV aberta, enquanto na TV paga só havia SporTV e Fox Sports como opções.
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Em 2022, eu já trabalhava como colunista de mídia esportiva, de volta ao “UOL Esporte”, mas integralmente em home office. A Copa do Mundo organizada no Catar teve como característica um período menor de disputa da fase de grupos, que forçou a realização de quatro jogos em sequência em quase todos os dias nas duas primeiras rodadas.
Novamente, pelo menos, havia padronização: 7h, 10h, 13h e 16h. Jogos da terceira rodada e dos mata-matas às 12h e 16h. Final às 12h de um domingo. Mas a principal novidade mudou muito a vida de quem, diferente de mim, trabalhava fora de casa.
A CazéTV, canal que surgiu com a marca do streamer Casimiro Miguel e com a estrutura da LiveMode, foi criada para transmitir um pacote de 22 jogos da Copa do Mundo, um por dia de disputas. Chegou a audiências históricas, com mais de 7 milhões de aparelhos conectados simultaneamente. A TV Globo mostrou sozinha de novo na TV aberta, bem como o sportv, agora sem concorrência na TV paga. O Globoplay fez transmissões alternativas de 22 jogos, também um por dia, com Tiago Leifert narrando.
O que mais mudou na minha vida foi o fato de eu trabalhar cobrindo e analisando essas movimentações. Por isso, vi pelo menos um jogo em cada player. E o delay veio com tudo. O pior atraso nesses jogos avaliados era o do Globoplay, mas escolhi jogos que não teriam gritos de “gol” no meu bairro. O YouTube ainda tinha bem mais delay que hoje em dia também, mas o público escolheu a CazéTV mesmo assim.
Ah, e houve ainda o FIFA+, plataforma de streaming da Fifa que transmitiu todas as 64 partidas para fazer valer o direito que a Globo tinha como exclusivo, mas abriu mão dessa exclusividade para reduzir o valor pago no contrato. E aproveito para corrigir a memória do parágrafo anterior: na plataforma própria da Fifa, o atraso passava de um minuto. Impraticável.
Valia apenas para avaliar narrações em um esquema que criei de improviso: ver o gol ao vivo na Globo e ter tempo suficiente para abrir o FIFA+ no computador e ainda pegar o mesmo lance passando “ao vivo”. Foi uma Copa legal, divertida, apesar de mais uma queda do Brasil para europeu nas quartas de final. Ter acesso aos jogos na íntegra na CazéTV e no FIFA+ para rever depois, além de highlights selecionados no Disney+ e no Globoplay, foi bem bacana.
E eis que chegamos a 2026 com uma mudança gigantesca: a Globo perdeu o poder sobre 100% da competição. A CazéTV é quem terá os agora 104 jogos de um Mundial inchado, o primeiro a ser disputado em três países (EUA, Canadá e México) com 48 participantes.
E sem o menor padrão de horários. Vai ter jogo às 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h, 20h, 21h, 22h, 23h, 0h, 1h (sim, da madrugada), e alguns até em horas “meiadas”, como 17h30, 20h30, 21h30 e 22h30.
Hoje em dia o delay no YouTube é bem menor, chegando a ficar em 4 segundos em relação à TV aberta, mas pelo menos 50 jogos da Copa sequer terão transmissão na Globo para que esse atraso seja sentido.
O maior problema será o acesso para quem não tem tanta intimidade com a tecnologia, com a modernidade, ou mesmo a possibilidade de uma conexão de internet de qualidade, e, mesmo que tenha essa banda larga, ainda depende de um aparelho de TV, celular ou computador funcionando corretamente para a transmissão não travar.
Mas as partidas de abertura, a final e os jogos do Brasil estão todos garantidos na TV aberta, não apenas na TV Globo, no Globoplay e no sportv, mas também no SBT, que fez uma parceria com a N Sports e levou 32 jogos da Copa, que não era exibida pelo canal fundado por Silvio Santos (1930-2024) desde aquela final de 1998, há 28 anos, quando a minha história com as Copas começou. Agora serão cenas dos próximos capítulos, com direito a Galvão Bueno narrando a Copa no… SBT. Que venha a Copa de 2026!