Concacaf

Em dia de final de Concachampions, um mapa com todos os campeões e vices da história do torneio

América e Monterrey fazem a final continental na Concacaf nesta quinta-feira, às 23h, com transmissão de Fox Sports e Star+

Raríssimas competições são tão monotemáticas quanto a Concachampions. O torneio de campeões da América do Norte, Central e Caribe é dominado pelo México desde 2006. São 16 edições consecutivas com o vencedor saindo da Liga MX, incluindo a atual temporada, que terá a final nesta quinta-feira – às 23h, com transmissão do Fox Sports e do Star+. Em jogo único, América e Monterrey decidirão a taça, num duelo entre equipes de expressiva história no certame.

A Concachampions, porém, já foi muito mais diversa em seu passado. Os Estados Unidos, de fato, não possuem tanta tradição no torneio e somam apenas dois troféus. Em compensação, a lista de campeões inclui representantes de Costa Rica, El Salvador, Suriname, Trinidad e Tobago, Guatemala, Honduras e Haiti. Também foram vices clubes de Canadá, Cuba e Curaçao. A concentração de títulos, de qualquer forma, fica mesmo no México. Os mexicanos ganharam 37 das 58 finais (contando a de 2021), ainda com 19 vices.

Da primeira edição em 1962 até meados dos anos 1990, a Concachampions adotou um formato regionalizado. Muitas vezes, o vencedor da “zona caribenha” fazia a final contra o melhor representante de América do Norte e Central. Isso contribui para uma variedade maior de países. Uma fase final com misturando times de diferentes partes da Concacaf é relativamente recente, com pouco mais de 20 anos. Além disso, o fortalecimento do futebol mexicano na virada do século contribuiu para um desequilíbrio tão flagrante.

Aproveitando a decisão da Concachampions nesta quinta, preparamos um mapa com todos os clubes que já disputaram a final. No painel do lado esquerdo, eles se dividem entre campeões e vices. Para diferenciar alguns escudos, é preciso aproximar o zoom, já que muitos estão sobrepostos. Aproveite a viagem:

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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